Elementais em diferentes culturas

Posted by : Daniele Claudino
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sexta-feira, 6 de julho de 2018


Os Elementais estão ligados as forças da natureza, os quatro Elementos: Ar, Água, Terra e Fogo. Dependendo da cultura e crenças locais, podem assumir variadas formas, serem adorados ou temidos.
          Os egípcios os chamavam de Ifrits; em alguns países da África eles são os Yawahu, em outros, os Ghoddis; os persas chamavam-nos de Daevas; entre os povos da Ásia ele eram chamados de Phiyes; entre os gregos eles eram os Daemons e no Japão são conhecidos por Oni (uma classe de espíritos que está incluída entre os Youkai). Entre os romanos, eram chamados de Genius Loci (Gênio Local) e eram alvos de adoração pela qual erigiam-se templos. Mesmo no folclore brasileiro, alguns personagens (como a Caipora e Mãe-d’água) possuem características comuns aos elementais.
          Paracelso, em toda sua extensa obra, fez várias citações diretas a respeito dos elementais. O alquimista teria tomado conhecimento e interessado-se pelo tema em suas viagens ao oriente. Segundo ele, os quatro elementos originais do universo eram constituídos de dois princípios distintos: um metafísico (sutil e vaporoso) e outro físico (substância corporal). Os elementais seriam seres compostos do primeiro princípio, uma substância conhecida por éter. De outro modo, os corpos dos elementais são constituídos de uma matéria trans substancial; que, em momento algum, se assemelha ao corpo físico dos homens.
       Ainda, segundo Paracelso, “os Elementais não são espíritos porque têm carne, sangue e ossos; vivem e se reproduzem; eles falam, agem, dormem, acordam e, consequentemente não podem ser chamados, propriamente, espíritos. Estes seres ocupam um lugar entre Homens e Espíritos, são semelhantes a ambos; lembram homens e mulheres em sua organização e forma, e lembram espíritos na rapidez de sua locomoção”; ainda “Os Elementais possuem habitações, roupagens, costumes, linguagem e governo próprios, no mesmo sentido que as abelhas têm suas rainhas e os bandos e/ou comunidades animais têm seus líderes” (Philosophia Occulta – Tradução de Franz Hartman).
O alquimista medieval ainda afirma que os elementais não são imortais. Sua longevidade estaria entre 300 e 1000 anos. Ao morrerem, se desintegram e retornam a substância da qual se originou. Os elementais pertencentes ao plano terrestre têm uma probabilidade menor de vida; enquanto os elementais do ar tendem a viver por um período maior. Os seres humanos, por não disporem de total desenvolvimento de suas capacidades psíquicas e espirituais, não seriam capazes de ver ou se relacionar diretamente com os elementais.



Os reinos dos elementais


Segundo Paracelso, os elementais dividem-se em quatro “categorias” distintas, sendo que cada uma está associada a um reino da natureza. Em outras interpretações, os elementais também estão associados a um ponto cardeal e a um dos quatro principais signos do zodíaco; sendo os gnomos ao norte e ao signo de Touro, ondinas ao oeste e ao signo de Escorpião, salamandras ao sul e ao signo de Leão e silfos ao leste e ao signo de Aquário.
Na citação direta de Paracelso: “habitam os quatro elementos: Ninfas, na água; Silfos, no ar; Pygmies, da terra e Salamandras, no fogo. São também chamados Ondinas, Silvestres, Gnomos e Vulcanos. Cada espécie somente pode habitar e locomover-se no Elemento ao qual pertence e nenhum pode subsistir fora do Elemento apropriado. O Elemento está, para o Elemental, como a atmosfera está para o Homem; como a água para os peixes e nenhum deles sobrevive em elemento pertencente à outra classe. Para o Ser Elemental o Elemento no qual ele vive é transparente, invisível e respirável, como a atmosfera para nós mesmos” (Philosophia Occulta – Tradução de Franz Hartman).



Gnomos


Os gnomos são os elementais correspondentes ao reino da terra e subdividem-se em duas classes: os Pygmies e uma segunda classe denominada Espíritos das Árvores e das Florestas que abrange os silvestres, os sátiros, os pans, as dríades, hamadríades, durdalis, elfos e os duendes.

Os Pygmies atuam com pedras preciosas e metais que inclui o corte dos cristais-de-rocha e o desenvolvimento dos veios minerais. São guardiões de tesouros ocultos e habitam cavernas e subterrâneos que as antigas tradições escandinavas denominavam Land of the Nibelungen (Terra dos Nibelungos). Os Espíritos das Árvores e das Florestas estão associados a elementos da natureza terrena de um modo geral, como as Hamadríades que nascem e morrem com as plantas ou árvores das quais fazem parte.
De um modo mais abrangente, os elementais pertencentes ao reino da terra e à vida vegetal, atuam na própria criação e proteção dos indivíduos, rejeitando nutrientes, preservando as sementes, entre outras atividades.
Há uma organização social formada por famílias de gnomos e uma hierarquia encabeçada por um rei. Sobre seu comportamento, alguns autores afirmam que são seres hábeis, inteligentes e amigáveis ao ser humano. Outras fontes asseguram que podem ser extremamente maldosos. Entretanto, em qualquer situação, após conquistar sua confiança, o gnomo torna-se solícito e cooperativo. Seriam, ainda, excelentes companheiros para auxiliar no sucesso de tarefas mágicas, desde que estas fossem realizadas com propósitos benéficos. Caso contrário, ao perceber más intenções e sentir-se traído, o elemental volta-se contra o mago.




Ondinas


As ondinas são os elementais pertencentes ao reino da água. Por uma associação natural do simbolismo da água ao polo feminino da criação, os seres deste reino são comumente representados como mulheres. Há diversas classes de ondinas, como oreádes, nereidas, náiades e as mais populares sereias. Estando cada classe relacionada a uma situação determinada, como rios, lagos, cachoeiras e oceanos.
As ondinas são capazes de interagir livremente com criaturas aquáticas. Em seu aspecto “físico”, uma ondina possui o dorso de uma mulher e os membros inferiores substituídos por uma cauda de peixe. Embora, eventualmente, possam transfigurar-se provisoriamente em humano e conviver normalmente entre os homens. Relatos sobre ondinas (geralmente classificadas como sereias) que emitem um canto hipnótico e atraem marinheiros às profundezas das águas são comuns em diversas culturas. Em seu comportamento, são consideradas seres emotivos e amigáveis com o homem, a ponto de servir aos humanos.



Salamandras


As salamandras estão relacionadas ao fogo. De acordo com as crenças dos místicos medievais, não há fogo ou calor sem que as salamandras atuem. Entre os elementais, são consideradas as mais poderosas e menos amistosas ao homem. Do mesmo modo que os outros elementais, as salamandras estão subdivididas em classes. A mais conhecida destas classes e denominada Acthnici.
            Sobre estes seres, Paracelso diz que “salamandras têm sido vistas de diversas formas desde bolas de fogo até línguas de fogo, correndo sobre os campos ou espreitando nas casas”. Outras crenças atribuíam aparições de salamandras em uma forma esférica flutuando pela noite acima das águas; também como forquilhas de chamas sobre os rebanhos de ovelhas (esta segunda situação é conhecida como o Fogo de Santelmo).
Seu aspecto assemelha-se a lagartos. Ainda, para que um humano possa conectar-se com estes seres, eram fabricados incensos que, através da fumaça produzida, estes elementais poderiam se manifestar.



Silfos


Os silfos pertencem ao quarto reino da natureza, o ar. Porém, o ar (como elemento) referido não é a atmosfera propriamente dita, e sim uma substância muito mais sutil e intangível ao homem. Entre os silfos, enquadram-se as conhecidíssimas Fadas.

Era comum a crença de que estes seres habitavam o cume das mais altas montanhas da Terra ou as nuvens. Segundo as antigas crenças, os silfos têm por função modelar os cristais de gelo para que transformem-se em flocos de neve. Sua longevidade atingia em torno de 1000 anos e teriam a capacidade de transmutar temporariamente sua aparência de modo a se assemelharem aos humanos. Seu comportamento é alegre, volúvel e excêntrico.




Yōkai
(cultura japonesa)


Yōkai (lit. demônio, espírito, ou monstro), também escrito como youkai, é uma classe de criaturas sobrenaturais do folclore japonês, que inclui o Oni (lit. “ogro”), a kitsune (lit. “raposa”) e a yuki-onna (lit. “mulher da neve”). Alguns são humanos com características de animais, ou o contrário, como o Kappa (lit. “criança do rio”) e o Tengu (lit. “cães sagrados”). Um yōkai, geralmente, tem algum tipo de poder sobrenatural ou espiritual, e assim encontros com humanos tendem a ser perigosos. Um yōkai que tem a habilidade de se transformar é chamado de obake. O termo yōkai é ambíguo, e pode ser usado para designar todo tipo de monstro e criatura sobrenatural.
Na folclorística japonesa tradicional, os yokai são classificados (não muito diferente das ninfas da mitologia grega) por localização ou fenômeno associado à sua manifestação. Yokai são indexados no livro Sogo Nihon Minzoku Goi (“Um Dicionário Completo do Folclore Japonês”), como segue:

*Yama no ke (montanhas), michi no ke (caminhos), ki no ke (árvores), mizu no ke (água), umi no ke (o mar), yuki no ke (neve), oto no ke (som), duosutsu no ke (animais reais ou imaginários).
Han'yō (lit. yōkai mestiço) são seres híbridos, comumente retratados como filhos da relação entre yōkai e humanos, mantendo alguns poderes demoníacos, mas com um lado humano, ou de alguma outra espécie envolvida na história. Muito presente nas mitologias de vários mangás de sucesso, como InuYasha e Yu Yu Hakusho.




Oni
(Cultura japonesa)



Oni são criaturas da mitologia japonesa. O termo Oni é equivalente ao termo “demônio” ou “ogro”, porque tais podem descrever uma variedade grande das entidades. Onis são criaturas populares da literatura, arte e teatro japonês.
          Um oni é humanoide; eles geralmente são grandes, mas às vezes, pequenos, e têm rostos de homens, macacos ou bestas e ocasionalmente até de pássaros. Frequentemente possuem chifres que variam desde pequenas protuberâncias a chifres longos, pontudos e espiralados que formam arcos como em um antílope, ou lisos como os chifres de um dragão. Selvagens na natureza, raramente vestem muito mais do que um fundoshi.
           A variação mais famosa dos oni – com chifres como de um boi e trajando um fundoshi de pele de tigre, pode ser relacionado ao kimon, a porta do demônio, através da qual os infortunados do mundo devem passar. A porta é encontrada no noroeste, ou no sentido do ushi-tora – Ushi e tora que são os sinais do boi e do tigre.
Por outro lado, a aparência dos oni é derivada provavelmente dos demônios chineses, importados dos contos do submundo budista. Emma-Daiō, o rei do jigoku (inferno), é imaginado às vezes como tendo dois assistentes, o aka-oni (ogro vermelho) e o ao-oni (ogro azul ou verde).
          O oni ni kanabō possui um porrete cravejado com pontas de ferro, o kanabō. Mesmo que uma arma tão poderosa pareça desnecessária nas mãos de uma besta tão amedrontadora, de qualquer maneira esses onis são descritos frequentemente carregando estes instrumentos destrutivos.
          O oni pode certamente ser encontrado torturando os pecadores no inferno, e ameaçam também seres humanos neste mundo, procurando nas montanhas e povoados de lugares distantes, e montando nas nuvens como os espíritos do vento e do trovão.
Enquanto nos contos folclóricos os onis são geralmente criaturas maliciosas, antropófagas a serem temidas e destruídas por heróis errantes, o oni pode também ter uma função protetora. As telhas onigawara, encontradas na extremidade de telhados japoneses são assim chamadas porque são curvadas originalmente dessa forma para se assemelharem à cara de um ogro, com semblantes ferozes, pretendendo espantar espíritos prejudiciais.
Oni é uma parte chave do feriado japonês conhecido como setsubun. Este festival marca o começo da primavera, e o ano novo no antigo calendário lunar. Pessoas com máscaras do ogro são ritualmente afastados, simbolicamente protegendo o ano vindouro do infortúnio e do mal. Há muito tempo, o oni poderia ser repelido pelo fedor de sardinhas ardentes e outros métodos, mas hoje é o mais popular lançar grãos de soja (que é dito o oni odiar) e gritando "Oni wa soto! Fuku wa uchi!" (“Para fora com demônios! Venha a felicidade!”).



Ifrits
(cultura árabe)


Na mitologia árabe, ifrit (masculino), e ifritah (feminino), são os nomes dados a uma classe de Jinni (djins) infernais, notórios por sua grande força e astúcia.
Um ifrit ou Efreet (ou ifritah) apresenta-se como uma enorme criatura alada constituída de fogo que vive no subsolo e costuma frequentar ruínas. Armas comuns nada podem contra eles, todavia, sendo suscetíveis à magia, podem se tornar vítimas ou escravos de humanos que dominam as técnicas apropriadas. Os ifrits vivem numa sociedade organizada nos moldes tribais árabes, com reis, tribos e clãs. Geralmente, eles casam-se entre si, mas podem também casar-se com seres humanos. Na maioria das histórias, pessoas afortunadas encontram ifrits que foram presos por magos em lâmpadas mágicas e forçados a conceder desejos.
         Da mesma forma que os jinni (Djins) em geral, os ifrit podem ser descritos como crentes (no Islamismo) e infiéis, bons ou maus. Mais frequentemente, são retratados como perversos e impiedosos. Também é citado nas Mil e Uma Noites.












Fontes de pesquisa:

























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sexta-feira, 4 de maio de 2018


Olá, leitores queridos? Como vão? Sinto por não ser tão ativa quanto antes, mas aqui estou eu! Como sempre, estava morrendo de saudades de vocês!
O post de hoje é mais como um alerta de como os elementais podem ser assustadores, às vezes, mesmo sem querer. Por isso, é importante estudar sobre todos eles. Contatá-los nem sempre sai como esperado, quer dizer, é como discar para quatro números diferentes e esperar para ver quem atende primeiro. Claro que a gente fica na torcida por este ou aquele elemento, mas parece que não somos nós quem os escolhemos e sim eles que nos escolhem. No final, você atrai seres afinados com a sua energia. Eu sempre falei isso, mas só quando senti na própria pele através de minhas experiências físicas e oníricas com elfos, ninfas, pixies, gnomos e djins é que entendi isso.
Os elfos foram os primeiros seres que atrai porque, na época, eu era curiosa, alegre e incansavelmente otimista. Depois vieram as ninfas e, acredito que o que as atraiu foi essa compreensão e esse carinho de irmã que sempre tive por algumas amigas que passaram pela minha vida. Eu estava caminhando bem, mas me perdi no caminho e mergulhei em minha própria dor e isso fez com que eu atraísse fadas sombrias. Retrocedendo alguns anos, na época em que atraía os elfos, consegui – mais na sorte que na tentativa porque eu não me esforcei para isso, foi algo que fiz uma ou duas vezes e acho que se mencionei a palavra desse elemental foi uma única vez – atrair uma djinn azul (Marid) que chamo de Bree.
Como mencionei em um post, inicialmente, eu não sabia o que era a Bree porque ela se mostrava a mim sob diferentes disfarces, então, eu pensei que se tratasse de uma ninfa (a Brígida), mas ela foi ficando tão sinistra e demonstrando tanto poder que eu me assustei e pensei que fosse um demônio. Só piorou depois que eu comprei a Raggedy Ann. Não me perguntem porque comprei essa boneca, acho que não tinha medo de fantasmas, demônios e maldições mesmo tendo certeza de que tudo isso é real. O fato é que Bree (eu tive de mudar o nome dela porque ela me disse que odiava Brígida mesmo sendo em homenagem a uma deusa irlandesa do fogo) foi minha primeira guardiã e por um mal entendido, eu a substitui por Gaion (o pior, pensei que a Gaion era ela, e quando descobri, ainda assim, não quis me separar da elfa, o que a irritou ainda mais), desde então, ela demonstra algo ambíguo por mim, ao mesmo tempo em que me protege e tenta reconquistar o meu carinho, também tenta me assombrar um pouquinho por raiva…
Voltando a Raggedy Ann, eu era louca por essa boneca desde que li a história dela na internet e insisti para que minha mãe me desse uma de presente. Ela pediu para uma doll-maker fazê-la e, assim eu ganhei a minha própria Ann. Eu não preciso dizer que ela se tornou verdadeiro objeto de adoração, isso chamou a atenção de Bree que quis se ligar a boneca. Agora, você se pergunta se não era algo que eu queria, que se ver a Ann ganhar vida não me satisfez? Não! Sonhar com essa boneca andando, movendo a cabeça e me abraçando se tornou assustador. Então, eu joguei em uma caixa junto com minhas outras bonecas – porque Bree migrou para uma de porcelana da minha mãe que mantêm uma expressão triste – e o único brinquedo que mantenho por perto é um panda de pelúcia. Eu já tinha conhecimento sobre a presença de Bree, mas não sabia que tipo de espírito ela era, eu fui descobrir ano passado quando uma das minhas guardiãs veio em uma projeção astral e me revelou a verdadeira forma dela. Com isso, eu pesquisei e cheguei aos djins, vendo que muita coisa se encaixava. Antes disso, eu não dava a mínima para djins, mesmo atualmente, confesso que eles não me agradam e que se pudesse, não lidaria de jeito nenhum com eles.
Bree não é muito falante, mas quando decide falar, eu posso ouvir perfeitamente a sua voz nessa dimensão, embora, nem sempre entenda o que ela diz, porque ela tem sotaque como uma estrangeira e, às vezes, se esquece que não entendo a língua dos jinnis. Também posso senti-la me tocando quando ela deita ao meu lado – isso não acontece mais com tanta frequência porque tem outros espíritos por perto e nenhum confia no outro – e, algumas vezes, eu posso vê-la. Quando isso acontece, eu finjo que não estou vendo ela e viro o rosto, embora fique muita nervosa. Ver um elemental NESSA dimensão me assusta porque, além de nunca saber qual a sua verdadeira intenção – dependendo do elemental –, sei que se eu der atenção a isso, vai acontecer como os sonhos recorrentes, se tornará frequente e acho que seria desconfortável ver os elementais me seguindo o tempo todo. Se fosse só a Gaion e o Alfie, estaria tudo bem, mas tem outros.
Recentemente, Bree e eu estamos num processo de reconciliação como amigas porque ela parou de me atacar e me avisou da presença de seres ruins que queriam me fazer mal. Por isso, ela aparece em O Legado Da Banshee como um tipo de compensação, embora nossa história não tenha sido bem daquele jeito. Isso porque eu precisei adaptar toda a narrativa e se fosse contar como as coisas realmente aconteceram, ficaria extensa e, talvez confusa.
Pensando nisso, é que, posteriormente, escreverei algo mais próximo da realidade que vivi ao lado dela e de Gaion (a história das duas estão interligadas).
Ontem, acendi um incenso a Bree e essa manhã tive um sonho que, não tenho dúvidas de que foi obra dela porque já conheço o seu Modus Operandi. 






Quer brincar comigo?

Relato de sonho.





Raggedy Ann (não a minha)


Eu estava numa sala de uma casa antiga, sentada na janela quando uma garotinha vestida com roupas antigas veio segurando uma Raggedy Ann e perguntou a ela:

—Você quer brincar comigo, Belle?

A boneca respondeu com uma voz sinistra, semelhante à de uma velha:

— Quero nada.

A menina ficou com medo e colocou a boneca no sofá. Eu me aproximei devagar também assustada. A menina corajosa ousou perguntar novamente:

— Você quer brincar comigo?
— Quero nada. - Respondeu a boneca.

Sem perder tempo, eu ousei perguntar:

— E comigo?

A boneca virou o rosto e me encarou com aquela sua face eternamente sorridente, mas não respondeu. Eu sai correndo e quando cheguei a varanda, encontrei a minha Raggedy Ann sentada na mureta com as pernas cruzadas. Ela estava despida exatamente como a minha boneca que deixei em cima do guarda-roupa da minha mãe. Acordei em seguida.



Ano passado quando minha mãe vivia em outra cidade com um dos meus irmãos e vinha nos ver em alguns finais de semana por causa do trabalho, uma vez que ainda não tinha conseguido uma vaga aqui, eu dormia no quarto dela. Bree se instalou lá. Metade do ano passado minha mãe voltou para a casa e eu vim para o meu quarto, desde então o quarto da minha mãe ficou conhecido como o quartinho da Bree. Eu a vejo como um vulto branco rondando a cama da minha mãe ou a observando dormir. Minha mãe mesmo já despertou certa noite e ao ver uma figura parada ao lado de sua cama, retrucou, brava:

— O que você quer? Fica longe de mim!

Bree me chama às vezes até esse quarto, e eu fui certa tarde e dormi lá quando a ouvi conversando na sua língua incompreensível, mas foi só essa vez. Depois que soube que o antigo morador morreu (isso é assunto para outro post) nessa casa, eu fiquei com medo daquele quarto e hoje só durmo no meu com a porta bem aberta. Não é por nada não, mas essa casa onde estou vivendo já a um ano seria um prato cheio para investigadores paranormais porque a quantidade de espíritos que tem se manifestado aqui para minha família e para mim é incrível. Sempre tive meus acompanhantes espirituais, mas desde o ano passado, tenho visto rostos novos, a maioria, assustadores.
É nesse momento em que se é preciso manter a mente calma e separar o joio do trigo. É quase impossível num caso desses saber o que elemental e o que não é, mas uma coisa, no entanto, dá pra saber com certeza, quem é bom e quem é mal. ©
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Meu contato com uma Jinnī

Posted by : Daniele Claudino
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

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No final do ano passado, descobri que já há um bom tempo estava em contato com os djinns de luz azul (Marid). O que pensei que era uma ninfa, na verdade, era uma Jinni (feminino de Djinn). Relatei em meus blogs uma vez que era assombrada por uma ninfa sombria que posteriormente, eu pensei ser uma súcubo, mas, que, na verdade se tratava de uma Jinni. Eu descobri isso quando ela passou a me assediar de forma intensa, então, eu orei aos arcanjos e a Deus porque não sabia mesmo com o que estava lidando (cheguei a pensar que a minha casa estava mal-assombrada) e estava desesperada.
       Eu vivia cansada e com sono. Dormia por volta das sete da noite, acordava as cinco da manhã, dormia por volta das três até às cinco pra então às sete dormir de novo. Isso, logo que me mudei pra essa casa. Depois de alguns meses, eu não consegui mais dormir direto porque sentia algo rastejando por debaixo dos meus cobertores e lençóis (pareciam cobras), e também tinha algo que ficava arranhando o colchão. Eu sacudia os lençóis e os cobertores e inspecionava o colchão só para ter certeza de que não era nenhum bicho já que cobras e escorpiões não são novidade nessa região. Como se não bastasse, comecei a ouvir sussurros femininos que chamavam meu nome e a ser assediada por uma presença. Era incômodo porque eu não conseguia dormir e - não vou mentir - era difícil resistir aquilo. Então, os sonhos com uma mulher me perseguindo e me assediando voltaram. A mulher era sempre bela e tentadora e geralmente assumia a forma que mais me agradasse para tentar me seduzir. Apesar de bela, eu sentia uma energia sombria que vinha dela e isso me assustava e muito. Por isso, eu resistia a ela, e ela se tornava agressiva. Eu tinha pesadelos com uma maluca correndo atrás de mim com uma serra elétrica ou com uma faca, sempre tentando me machucar. Ela ia e vinha, cada vez sob um novo disfarce... Mas eu sabia que era ela quando ela deixava de se comportar como uma moça doce para agir como um verdadeiro demônio.
          Quando eu mudei de quarto, por algum motivo, ela não podia entrar nele e ficava sempre no corredor (eu sei porque a ouvia) me observando. Eu não durmo com a porta fechada porque tenho Nictofobia e sempre sofro com paralisia do sono se insisto em dormir no escuro. Se eu desse as costas pra ela, ela ficava furiosa e repetia o meu nome com raiva até que eu me virasse pra porta. Eu também não podia cobrir a cabeça. Depois de um tempo, ela conseguiu entrar no quarto porque sua voz vinha de bem mais perto. Ela sempre dizia a beira da minha cama: "É minha... MINHA... Ela é MINHA", repetia isso até amanhecer o dia. Outras vezes, dizia apenas em tom de decreto: "Dani...ele". Era sinistro! Eu chorava e rezava pra todos os panteões que eu conhecia. Como eu não dormia, vivia deprimida, com sono e com raiva.
        Eu sofria com paralisia do sono e sempre tinha o mesmo sonho... Me levantava no meio da noite, ouvindo um barulho e ia até a cozinha e encontrava a porta da cozinha aberta. Lá fora, eu só via escuridão. Ficava muito assustada e voltava para o quarto correndo, então, eu me via dormindo e quando me aproximava de meu corpo, não conseguia mais me mover e começava a sufocar. Paralisia do sono. Meu espírito conseguia voltar ao meu corpo e eu tinha consciência de tudo o que se passava ao meu redor (ouvia meus irmãos conversando, caso, eles estivessem acordados), mas não conseguia me mover, só depois de muito esforço e pouco antes eu ouvia o que achava ser o bater de asas. Por isso, pensei que se tratasse de uma súcubo.
            Depois de um tempo orando, eu consegui ver (astralmente) a verdadeira forma de minha obsessora. Uma mulher jovem com olhos azuis que brilhavam como dois faróis. Ela levitava em frente a porta me observando e quando percebeu que eu estava vendo ela, me paralisou apenas com seu poder mental. Mesmo com medo, eu me atrevi a dizer a ela: "Sua desgraçada, me solte se não tem medo de mim e vamos resolver isso já". Ela me soltou e riu. Eu disse que não tinha medo dela, mas era mentira e ela sabia. Então eu tive uma visão que minha guardiã me mostrou onde eu estava diante de um espelho e e a Jinni estava dentro de mim, sorrindo maliciosamente, ela podia ser vista como um brilho malicioso. Uma clara indicação que ela me possuía parcialmente. Foi então que eu passei a me proteger mais, com a ajuda das fadas.
          Só esse mês eu descobri porque a Jinni (que chamo de Bree) chamava meu nome com insistência e dizia sempre "ela é minha", era porque havia outros espíritos por perto e do jeito torto dela, ela estava me protegendo ou pelo menos tentando me avisar. E quem mais estava ali?  Alfie (um dos primeiros elfos que contatei)? Não. Um fado sombrio (se é que posso chamá-lo assim, acho que o termo mais apropriado seria Vampiro Astral) e, vez ou outra, um djinn (que chamo de Jin por falta de criatividade mesmo). Quando eu entendi isso, pedi ao Kol (o fado vampiro) que soltasse a Bree - mesmo ela tendo me atacado durante uma viagem astral e drenado muita energia minha a ponto de as fadas terem de me doar mais), e ele a soltou. Hoje, eu presto a atenção sempre que a Bree me chama e pelo tom de sua voz, já sei se devo ou não dormir aquela noite... 
           Se ela me chama suavemente ou de forma sedutora, algum elemental querido virá me ver. Se ela me chama com uma voz de filme de terror, vou ter um pesadelo daqueles... 
         Bree já não está mais me assediando como antes, mas é claro que estou atenta. Todo cuidado é pouco em se tratando de djinns, mas bem, agora, só me preocupo com o Jin porque é ele quem assumiu o papel de obsessor, e olha que era ele o meu protetor... Bree e ele inverteram os papéis.  
        Como eu atrai a Bree pra início de conversa eu nem sei explicar porque nunca tive a intenção de contatar djinns. Pra ser honesta, eu achava eles muito bobos. Mas ela veio antes mesmo da Gaion (minha elfa guardiã). Nos entendíamos (quase) bem, mas depois, por um mal entendido, deu no que deu. Me arrisco até a afirmar que a Bree já estava na casa (onde morei por 11 anos) quando me mudei pois tão logo comecei a trabalhar com fadas e ninfas, ela já se manifestou, me chamando. Primeiro do lado de fora do portão, depois na varanda, aí na janela... E foi chegando cada vez mais perto.
        Um dos primeiros contatos com ela, é esse a seguir, que retirei do meu diário. Na época, eu acreditava que tudo não passava de obra das ninfas.





07/06/12 - Noite.


  Ontem à noite, eu estava deitada na cama. Pronta para dormir quando ouvi vozes femininas, vindas do jardim. Pareciam duas pessoas conversando. Uma delas disse:

- Eu vou entrar!

 Assustada, eu me levantei e acordei minha mãe. Na hora, nem passou pela cabeça que as vozes pudessem ser das ninfas. Eu pensei que fossem bandidos. Minha mãe olhou pela janela e não viu ninguém. Então, voltou para o quarto dela. Eu me deitei de novo e dessa vez, ouvi perfeitamente, quando chamaram meu nome. Eu nem preciso dizer que fui correndo atrás da minha mãe! Ela me disse que devia ser algum espírito e sugeriu que eu convidasse este mesmo espírito a vir em meus sonhos. Eu segui o conselho dela e, essa tarde, eu tive um sonho estranho...



 Eu estava deitada em minha cama. Me sentei. Estava usando apenas um robe azul de seda. Estava em transe. Me levantei e fui até o jardim.
  O jardim estava do mesmo jeito de sempre, mas o céu estava mais azul, as plantas mais viçosas, mais verdes e cheias de vida. Tudo estava "iluminado" de um jeito mágico. Eu estava em uma dimensão paralela à essa. Me aproximei do limoeiro, que fica ao lado do portão. E uma voz feminina e sedutora, veio do alto e me disse que eu era muito bonita e que eu não devia ter vergonha do meu corpo.  Eu tirei meu robe, ficando nua.
Uma fina chuva molhou meu corpo. Mas não era uma chuva comum. Era uma chuva morna. Emocionada, eu agradeci de joelhos por aquela maravilha da natureza.
 A voz me disse que a chuva morna vinha do alto da árvore (a goiabeira). Me aproximei da árvore e a abracei. Então, facilmente, subi no alto dela. Me senti segura. Não tive medo da altura (e normalmente, eu morro de medo de altura). Senti que a ninfa daquela árvore me envolvia com seu amor e sua paixão o tempo todo. Senti aquele sentimento tomar conta de meu corpo e quando percebi, ela e eu estávamos nos entregando uma a outra. É difícil descrever o que aconteceu, já que eu não a via. Apenas sentia ela. 
  Nunca, em toda a minha vida, havia sentido um prazer tão intenso.
Olhei para o céu. Ele estava tão lindo! Os pássaros cantavam e as folhas das árvores pareciam mágicas. Me sentia nas nuvens! Fechei meus olhos e me entreguei por completo àquele sentimento. Mas, depois de um tempo, tive medo que alguém aparecesse e me visse daquele jeito em cima de uma árvore. A voz me mandou fechar os olhos. Eu obedeci. Mas, depois de alguns minutos, o meu medo voltou e eu decidi descer da árvore. Foi difícil porque aquela presença feminina e invisível me tentou o tempo todo me envolvendo em beijos e carícias ardentes. Vesti meu robe azul e fui correndo para a cozinha.
   Uma garota branca, de cabelos marrons e olhar malicioso  apareceu para mim e me pediu para voltar lá para fora. Eu me recusei. Então, acordei.





Como viram, é mesmo difícil descobrir a verdadeira natureza de um djinn porque se ele puder se fazer passar por ninfa, anjo, demônio, vampiro, etc, ele o fará, certamente numa forma de se preservar. E eles são persistentes! 
           Em breve, postarei mais sobre meu contato com a Bree e outros djinns porque acho importante compartilhar tais informações já que tão pouco se sabe sobre os djinns.
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Djinn

Posted by : Daniele Claudino
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domingo, 13 de agosto de 2017

Para alguns estudiosos existem basicamente quatro categorias de djinn associadas aos quatro elementos: fogo, água, ar e terra.
      A presença do djinn do ar junto à pessoa é marcada pela sensação de cansaço e falta de ânimo para fazer as coisas, enquanto o djinn da água proporciona a capacidade de poder influenciá-la negativamente em seu aspecto emocional. O djinn da terra junto à pessoa a conduz pelo forte sentimento de liberdade, de se sentir livre (de ficar mais à vontade) e o djinn do fogo por um sentimento intenso muitas vezes relacionado à posse, à raiva e à inveja. Aqueles que manipulam a energia vibracional (vermelha), eles devem particularmente se observar em relação a este último.

         A presença do djinn é marcante, principalmente aquela que se faz pela presença do djinn do fogo (que trabalha diretamente com a energia luminosa de campos eletromagnéticos). A pessoa que fizer tudo de maneira correta (vibracionalmente), o djinn ouvirá seus anseios e suas solicitações, mas se forem também convenientes para ele. Ainda, o djinn interessadamente não fará nada de graça, ele sempre exigirá algo em troca. Portanto para que ele realize um efeito (o pedido) precisa de uma causa (a troca). O solicitante não precisa se preocupar em “oferecer sua alma”, porque estas entidades (em sua maioria) não trabalham com este tipo de troca, mas com algo mais associado ao mundo material.

O dinn, djin, djinn, gênio ou ser elemental ou ainda, simplesmente “elemental” é uma entidade que “se insere” em campos eletromagnéticos e os manipulam, portanto possui total facilidade no domínio da matéria. Alguns deles são algumas vezes conhecidos também como “mensageiros” por passarem informações e orientações à humanidade. O campo de atuação desta entidade é também o da quarta dimensão, diferentemente dos seres humanos que ostentam corpo físico e que sujeitos às limitações do espaço-tempo estão mais prisioneiros à terceira dimensão.
         Os djinn possuem características e capacidades próprias, como a de materializar objetos, comida ou outras substancias e de viver muitíssimo mais que os seres humanos, sendo relativamente imortais em relação a estes, que vivem fisicamente poucos anos. Os djinn podem caminhar no dia-a-dia entre as pessoas sem serem reconhecidos, quando “tomam” a aparência humana.

Este ser em outro plano de existência (dimensão) não mais movido por anseios emocionais e existindo em frequência superior a da terceira dimensão, ele tem facilidade de fazer a leitura do que está na mente humana e em função disto, conhecer os anseios e as necessidades cotidianas do ser humano, quando então de maneira travessa gosta muitas vezes de fazer “o jogo do gato com o rato”, dizendo-o coisas na forma de informações e de promessas para ver como ele comporta consigo mesmo e com os outros, na medida em que vai se divertindo com o seu comportamento emocionalmente inseguro e impressionável, que o leva quase sempre para os confrontos próprios deste seu mundo, que é também estruturalmente ilusório.

Não se pode confiar no que os djinn dizem, se o que informam é verdade ou não, por mais sinceros que pareçam. Quando eles não sabem a resposta para uma determinada pergunta (porque não alcançam o futuro), eles a inventam imediatamente sem importar com as consequências. Também fazem muitas vezes falsas promessas, porque não as cumprem.

Os djinns muito dificilmente revelam a sua verdadeira identidade e como manipulam a matéria podem se mostrar com muitos disfarces, quando alguns se limitam brincar inocentemente com o ser humano, divertindo-se. Entretanto, outros não procedem desta forma, tendo intento mortal em relação a ele.

Os contos sobre o djinn revelam uma longa historia de injustiças. A principal delas (no entender deles) foi motivada por Deus em favor dos seres humanos, que acabaram por não serem também justos com eles. Na cultura islâmica Salomão (Sulayman) que é considerado um dos maiores governantes do mundo, um verdadeiro apóstolo e mensageiro de Alá (protótipo de Maomé) possuía como dom divino o controle ditatorial sobre os djinn, quando os fez de escravos para ajudar na construção tanto do Primeiro Templo quanto de toda a cidade de Jerusalém. Também os forçou irem à guerra, sendo comandados por homens para lutarem contra outros homens e ainda os utilizou para impressionar a rainha de Sabá. Portanto, o ressentimento e o rancor mortal que alguns djinn guardam em relação aos seres humanos, eles já vêm de milhares de anos.
Por possuírem força sobre-humana e poder para erguer e levitar objetos de grande tamanho e peso, foi um dos motivos pelo qual foram utilizados por Salomão na construção do Primeiro Templo.

Ainda de acordo com estes contos os clãs de djinn brigavam constantemente por motivos até banais. Em relação a estas guerras que foram duradouras e poluentes do ambiente destruindo a natureza, não estão elas na verdade como os épicos Ramayana e Mahabharatha descrevendo fatos físicos destes acontecimentos?


No tempo em que os djinn viveram no universo (plano) físico eles construíram grandes cidades, quando começaram usar armas fantásticas e terríveis, chegando a ponto de causar danos irreversíveis ao universo físico. Neste ponto foi quando Alá ordenou a um exercito de anjos que os detivessem, gerando uma guerra que durou mil anos, que foi perdida por estes seres belicosos e que foram lançados em um mundo paralelo próximo ao que o ser humano hoje vivencia. A maioria deles aceitou esta transferência, mas alguns não.

Alguns djinns tiveram permissão para continuarem no universo físico, para ajudarem a reparar os danos que a sua raça causara à natureza, facilitando a nova raça (humana) a condição de habitar e povoar a Terra.

Estes seres que comunicam com os seres humanos muito provavelmente por portais interdimensionais (buracos de minhoca), eles são considerados no Oriente Médio djinn e no Ocidente como seres alienígenas ou seres extraterrestres. No mundo físico a “porta” de comunicação entre os dois planos de existência (humano-djinn) pode estar em qualquer lugar, mas as cavernas se destacam neste sentido.
Dentro destas cavernas quando se aproxima do portal e dos djinn muitas vezes ali forma uma neblina brilhante em tom esverdeado (neon) e dela vozes que comunicam com a pessoa.
O fenômeno da sarça ardente citado no Alcorão nele se percebe (como “tecnologia”) o envolvimento direto dos djinn.

Muitos dos djinn mais jovens (jovialidade não a mesma entendida pelos seres humanos) são bastante curiosos em relação ao ser humano. Comparativamente com uma criança humana de seis anos, “uma criança” djinn provavelmente terá milhares de anos, sendo voláteis e imprevisíveis em suas reações a afrontas e danos.

Para aproximarem dos seres humanos (mais de crianças do que dos adultos), estes seres tomam a forma de animais, de pássaros ou de outra forma que chame a atenção, para que possam ficar observando e ao mesmo tempo esconder a sua verdadeira identidade. Comumente eles ficam invisíveis, portanto quando não fisicamente presentes, eles comunicam apenas por meio da voz.

Os djinn verdes com milhares de anos de existência, mas ainda em sua maioria crianças ou jovens possuem o conhecimento da história da humanidade e do multiverso muito maior do que o de qualquer ser humano. Estes djinn podem ser brincalhões, temperamentais e às vezes gentis. Mas, podem ser também cruéis e vingativos, como são também alguns jovens humanos, que como eles podem ainda possuir diferentes níveis de poder através de conhecimento e de talento.

Os djinn azuis também chamados de marid existem em menor número, são mais velhos, com o poder só inferior a de um anjo. Raramente eles interagem com a raça humana.
Estes djinn mais velhos e com mais conhecimento, eles podem manipular a matéria do Universo, mudando a vibração das cordas, da mesma forma que uma pessoa quanto mais souber tocar um violino, mais acordes ela saberá e mais vasto será o seu repertório. Vibrações de cordas individuais determinam o tipo de partículas e de matéria formadas – e, estes djinn são capazes de mudar as notas das cordas, transformando uma forma de matéria em outra. Este talento de mudar as propriedades da matéria não é adquirido normalmente, eles precisam como os seres humanos de adquirir conhecimento para exercer determinada atividade e esta eles a adquirem depois de um longo período de informação e de aprendizado.

Os djinn vermelhos têm o único propósito de provocar a queda da raça humana, quando do meio das sombras vêm lentamente influenciando no decorrer de séculos os pensamentos dos seres humanos, que são induzidos pelos “sussurros” destes seres considerados “os terroristas” do Universo, para que pensem e ajam contra as Leis Universais. A única intenção deles é eliminar da Terra todos os seres humanos, para novamente apenas eles ocupá-la.

Existem os também os djinn pretos, mas poucas informações existem sobre eles e ainda os djinn amarelos, que de acordo com contos árabes parece que isolam do universo físico e dos outros tipos de djinn.

Embora todos os djinn são potencialmente perigosos (quando provocados), os realmente perigosos para a raça humana são os vermelhos que têm o único objetivo destruí-la. Eles como os outros são identificados “pelo fogo que não queima”, mas estes são particularmente identificados como “incendiários” pela sua natureza incendiária. Ficam felizes quando as coisas (em sentido figurado) “queimam ou esquentam”.


Os djinn, que na forma de um homem, de mulher ou de animal antropomórfico prega peças e, fora disso, eles também desobedecem a regras normais e normas de comportamento. Eles têm tendências para brincadeiras de mau gosto, agindo de maneira maliciosa e maldosa. Apesar de não serem inerentemente malignos não possuem senso superior ao bem coletivo, movendo pelo instinto e seguindo apenas seus desejos e impulsos. Eles em suas atividades como “espírito” voltam sempre com maior intensidade ao assediado. Isto é próprio deles, que suspendem o assedio por algum tempo, para retornarem posteriormente com muito mais força.


Existem numerosas semelhanças e ambiguidades entre anjos, demônios e djinn, que dão amplas oportunidades para os djinn disfarçarem como um ou outro. Em muitos aspectos os djinn lembram algumas descrições dos primeiros anjos, quando algumas vezes eram gentis ou prestativos com as pessoas e outras vezes eram friamente justos e rígidos.

No mundo antigo os anjos eram probos, mensageiros divinos de Deus, porém capazes de destruir populações inteiras, sem misericórdia. Os djinn estavam mais próximos dos demônios em termo de comportamento, mas eles tinham uma ligação original com o reino angélico.
Os primeiros anjos judaico-cristãos exerciam o “poder da força física” impondo as regras de um “Deus” que se irritava com as pessoas e mandava seus anjos repreendê-las, puni-las, batê-las e até matá-las.
Nos tempos modernos, na cultura ocidental a visão dos anjos é puramente mais idealista, sendo considerados aliados espirituais contra o mal.
Na tradição islâmica os anjos são sempre anjos – entes obedientes a Deus, portanto não existem anjos rebeldes ou caídos (em realidade mais densa). Quando Deus ordenou aos anjos que “se ajoelhassem diante de Adão”, todos assim o fizeram. O papel de desafiadores coube aos djinn – aos “decaídos” (entes de menos vibração).

Ainda, de acordo com esta tradição religiosa existem algumas diferenças entre os djinn, anjos e demônios. Nos três parágrafos a seguir estão algumas delas:


||Os djinn têm gênero, vivem milhares de anos, mas morrem e são esquecidos, vinculavam-se originalmente com os anjos, são proscritos de Deus, vivem em lugares sujos/poluídos, comem e bebem, tem famílias e clãs, fazem sexo entre si e com humanos (engravidando mulheres), transformam em qualquer forma, são normalmente invisíveis a menos que queiram ser vistos, normalmente o seu único dever é consigo mesmo, são enganadores com natureza trickster, interferem nas questões humanas, provocam doença e infortúnio, causam possessão nos homens e mesmo em animais, podem entrar nos sonhos, tem conhecimento do presente e do passado, mas não do futuro.||

||Os demônios mudam de gênero, vivem mais que os humanos, morrem e se encolhem até seu estado primordial, tinham vínculos originais com os anjos, são proscritos de Deus, vivem em lugares sujos e poluídos, comem e bebem, organizam-se em hierarquia como os militares humanos, fazem sexo entre si, fazem sexos com humanos (engravidando mulheres), transformam-se em qualquer forma, geralmente são invisíveis a não ser que recebam ordem para serem vistos, seguem a vontade de um ser que o têm como o seu superior, possuem o único dever de subverter os humanos para este ser, são enganadores com natureza trickster, interferem nas questões humanas, provocam doenças e infortúnios, causam possessão nos homens e mesmo em animais, podem entrar nos sonhos, tem conhecimento do presente e do passado e do futuro.||


||Os anjos não têm gênero, vivem até o fim do Universo, são seres mais próximos de Deus, gozam da graça de Deus, vivem em reinos celestiais (de luz), não comem e nem bebem, são organizados em hierarquia de poder e dever, não fazem sexo entre si, alguns podem fazer sexo com os humanos (engravidando mulheres), transformam em qualquer forma, são geralmente invisíveis a não ser que recebam ordem para serem vistos, seguem a vontade de Deus, que é por eles glorificado e são seus mensageiros, não interferem sem a direção de Deus, dão apoio e ajuda, não causam possessão, podem entrar nos sonhos, têm o conhecimento do passado, presente e do futuro.||

Como se proteger de um Djinn:



Os djinn, os demônios e os outros entes nesta categoria comportam (de acordo com a tradição) com receio do metal ferro, portanto este metal é uma das melhores e mais universais armas contra estes seres, sugando a sua energia e o seu poder, pelo campo eletromagnético que irradia.
A origem exata desta crença é desconhecida, mas ela já vem desde a Antiguidade. Para os babilônios, egípcios e astecas o ferro era sagrado, como vindo do céu. Os antigos gregos e romanos não permitiam a presença deste metal em seus templos e rituais, porque repelia os espíritos. Os antigos saxões não usavam varinhas de runas de ferro em cemitérios para não perturbar os mortos. Ainda, de acordo com estas crenças o rei Salomão escravizou os dijnn, utilizando-se de “um anel mágico” feito de cobre e de ferro que ostentava um talismã – um pentáculo gravado.


Dizer Bismillah (em Nome de Allah (Deus)) antes de entrar em casa, antes de comer ou beber e antes de ter relações sexuais também prevenirão Satanás de entrar na casa ou compartilhar com a pessoa de sua comida, bebida ou atividade sexual. Da mesma forma, mencionar o nome de Allah antes de entrar no banheiro ou tirar as roupas prevenirá os gênios de ver as partes íntimas da pessoa ou prejudicá-la, como o Profeta disse. Pendurar cebolas nas portas e janelas também ajudam a afastar os gênios, que não suportam o cheiro que a cebola libera conforme apodrece. Pôr um pouco de lavanda em um spray com água e usar essa mistura para perfumar os cômodos da casa também pode desagradar o gênio.


Orbes X Djinns





Orbes (esferas) de luz costumam aparecer em áreas onde os óvnis são avistados, mas também se manifestam em “áreas mal-assombradas” e em outros locais ricos em atividades paranormais. Em anos recentes milhares de pessoas captam em suas fotos digitais estranhos orbes de todas as formas e cores. Embora os especialistas em imagem e fotografia tenham múltiplas explicações para varias destas fotos, há um bom numero delas que deixa até os mais céticos aturdidos.
Os “caçadores de fantasma” creem que os orbes são espíritos desencarnados, os ufólogos acham que eles representam algumas espécies de sondas alienígenas, os chamados “canais espiritualistas” acreditam que os orbes são anjos e alguns investigadores do paranormal pensam que se trata de um fenômeno que chamam de “luz fantasma”.
Talvez nenhuma destas teorias esteja correta. É perfeitamente possível que estas luzes sejam os djinn verdes (não tanto pela neblina “cor neon” quando se mostra, mas pela sua pouca idade) e, um dos motivos pelos quais estão aparecendo mais constantemente nas fotografias, seja o fato da realidade em que o homem vivencia esteja cada vez mais se mesclando com o mundo deles.

Lidando com o Djinn da Lâmpada





Há várias histórias e piadas por aí envolvendo gênios e lâmpadas, e em quase 100% delas a pessoa que liberta o Djinn acaba se dando mal. Não é para menos. Depois de passar anos, décadas, séculos confinado, é natural que o Djinn esteja com raiva quando sai de sua prisão. Curiosamente, muitas vezes a pessoa que o liberta escreve sua própria sentença de morte, pedindo as coisas erradas.
Em outras ocasiões, o Jinn mata aquele que o libertou assim que concede o terceiro desejo. Uma coisa sábia a se fazer, ao receber três desejos, é guardar o terceiro para ordenar o Djinn a retornar ao seu confinamento. Vale a pena deixar um pouco de lado a cobiça em prol da segurança.
A relação do mestre com o Djinn é sempre complicada. Há uma dívida de gratidão e uma ameaça constante no ar. O Djinn opera exatamente como um servidor mágico, e as mesmas regras se aplicam. Mais especificamente, os Djinns têm um comportamento muito similar ao dos demônios da Goetia.

          Fazer um pacto com o Djinn é algo extremamente difícil, decorrente da sua história que fez com que eles perdessem a confiança nos Magos. Embora eles ainda possam ser contatados e fazerem os pactos da mesma forma que faziam antes de Salomão. O mago deve tratar o Djinn com respeito e não portar nada que o desafie ou o ofenda (recipientes, armas e círculos de proteção).
O Mago deve pedir o que quiser e oferecer algo que agrade ao Djinn em troca. Caso o Djinn aceite, eles fazem o pacto ajuntando uma gota de sangue do mago e uma gota de Ichor (Como os Gregos chamavam o sangue dos Deuses) do Djinn Eles estabelecem um período de tempo e quem quebrar o pacto é obrigado a servir o outro pelo período estabelecido durante o Pacto.
              O que eles desejam em troca? Eles têm pouca utilidade para coisas materiais e normalmente querem algum sacrifício ou uma forma de reconhecimento ou adoração, que lhe conceda mais poderes perante aos outros espíritos. Os mais antigos ainda mantêm o costume de querer sal, ouro e incenso.




“Shaytins não abrem portas e são incapazes de desatar nós e abrir vasilhas…”

Hadith – Muwatta, 49.21

Baseado também neste trecho, estão algumas formas de ‘aprisionamento’, ou seja, de coerção de Djinns. Este aprisionamento é feito nos mais diversos objetos. Vasilhames, arcas, lâmpadas (não essa do seu quarto – lamparinas a óleo iguais a do “Alladin” mesmo!), pedras, espelhos, locais, casas, buracos, etc…

Eles também residem na natureza, próximos a seus ambientes ligados aos elementos do qual são feitos. Um Djinn de água, reside perto de um corpo de água. Um Djinn do fogo, reside em locais onde há ou houve forte chama. E assim por diante. Portanto, os locais ideais pra realizar um ritual de evocação de Djinn são perto de seus elementos, ou no mínimo em conexão com eles. Quanto maior a quantidade e naturalidade do elemento, mais fácil e mais a chance do ritual funcionar.

Djinns malignos se encontram próximos a locais malignos, poluídos, insalubres e distorcidos. Poças de água suja, rios em meio a cidades, terra poluída com química, e assim por diante. Não apenas espiritualmente, mas fisicamente inseguro de se aproximar, portanto, não recomendo muito.





















*Fontes:

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segunda-feira, 29 de maio de 2017


Esse é um feitiço interessante para atrair dinheiro fácil e alguns objetos de pouco ou muito valor com a ajuda da Kitsune, mas, devo alertá-lo (la) de que a raposa (ou kitsune) é uma criatura "travessa" que nos traz qualquer coisa que pedimos (claro, se acharem que merecemos), mas quase sempre através de meios ilícitos, ou seja, ela tira de uns para dar a outros, um tipo de Hobin-Hood do Reino Mágico, logo, não se assuste se dinheiro ou objetos aparecerem em sua casa, ou mesmo em seu caminho enquanto estiver andando pelas ruas. Nesses casos é sempre aconselhável manter o segredo, por dois motivos simples: Primeiro, porque sempre que recebemos algum presente ou graça do reino encantado, não devemos contar a ninguém ou o encanto pode se quebrar. Segundo, porque, sendo a raposa uma criatura astuta, pode muito bem, roubar esses objetos das casas mais próximas a sua – pois é, no fim a natureza selvagem dela sempre falará mais alto, já que na natureza, é comum que animais tirem sempre algo um do outro, por ser parte animal, parte espiritual, a raposa pode ser evoluída por um lado e menos evoluída por outro.

Você vai precisar de:

*1 vela laranjada
*1 vela verde
*Feijão branco
*1 moeda antiga
*2 varetas de incensos de canela
*Uma imagem de raposa (pode ser de papel, contanto que as patas estejam visíveis).


Como fazer:


Numa Lua Nova, acenda as velas uma de cada lado da imagem da raposa. Em frente a mesma, coloque uma tigela com feijão cozido (uma oferenda a raposa, elas adoram feijão mais que tudo). Coloque os incensos atrás da raposa. Embaixo da pata esquerda da raposa, coloque a moeda e diga:

"Da raposa, eu atraio a astúcia e a malícia,
Tão rápida e igualmente esperta,
Estou sempre atenta, sempre a espreita,
Eu vejo e logo obtenho o que desejo,
Não importa como, não importa quanto,
O que quero, com minha pata ligeira, eu conquisto".


Encare a raposa nos olhos e visualize-a se movendo, vindo até você, trazendo uma certa quantia de dinheiro e jogando para você. Se ela se mostrar amigável em sua visualização, aproxime sua mão da cabeça dela e se ela permitir, afague sua nova amiga. Se ela e mostrar desconfiada, tudo bem, não force a barra, recue devagar e deixe que ela se aproxime quando se sentir confortável, se no entanto, ela se mostrar selvagem e/ou agressiva, é um sinal de que você não merece a ajuda dela (o motivo eu não sei, pergunte a sua consciência, isso pode ser comum a pessoas que não tenham uma boa relação com os animais). Se a raposa for hostil, apague as velas e os incensos e dê o ritual por encerrado. Mas, se ao contrário, ela for amigável, agradeça-a e pode ir. No entanto, não se esqueça de deixar as velas e o incenso queimarem até o fim. Quanto ao feijão, normalmente, oferendas permanecem no altar por no mínimo três dias, mas se começar a cheirar mal, pode se desfazer dele antes desse tempo. Não se esqueça de recompensar a raposa com mais feijão sempre que ela trouxer um agrado, caso contrário, ela pode se ofender e encerrar a parceria. (c)
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segunda-feira, 13 de junho de 2016


          A pedido de uma leitora, hoje, trago a vocês esse post, ensinando como se comportar na presença de uma Kitsune. É normal que durante um primeiro encontro com um Elemental fiquemos nervosos e com medo de fazermos qualquer coisa que os aborreça. Eu não sei muito sobre Elementais Do Fogo, mas vou pegando um pouquinho aqui e outro pouquinho ali e juntando tudo até dar um post.
                  Kitsunes são bem cismadas com humanos, não é que elas não gostem de nós, elas gostam... Mas gostar é uma coisa e confiar é outra, né?
Prepare o local onde for “receber” a kitsune. Limpe e arrume tudo. Elementais gostam de ser bem recebidos. Acenda uma vela e/ou um incenso de maçã verde, mirra, ou sândalo. Se tiver imagens de raposas (pode ser miniaturas em bibelôs ou mesmo imagens imprimidas que você pode colar na parede) deixe-as a vista, a intenção é mostrar que você gosta de raposas. Relaxe. Pense somente no aspecto positivo da raposa ou kitsune. Manter pensamentos positivos é essencial porque é essa energia que atrairá uma kitsune, portanto, nada de pensar bobagens. Se sua mente não colaborar muito, tente se concentrar num vídeo com uma raposa (tem alguns bem fofinhos no You tube). É normal que a gente sinta medo do que não conheça. Então, conheça a raposa... O lado bom da raposa. As Kitsunes estão ligadas ao elemento Ar também porque dominam a imaginação, a ilusão, a visualização, o pensamento e os sonhos. Elas são capazes de criar ilusões fantásticas, por isso, não se assuste se uma aparecer na sua frente ou vir qualquer outra coisa que não estava ali antes. Como os Bakenekos, elas podem tomar a forma de objetos inanimados para brincar com nossas mentes. A raposa é muito brincalhona. Não se mostre com medo na presença de nenhuma ou ela pode divertir-se assustando você. Ela não vai te ferir, mas é provável que você saia correndo como uma mulherzinha ou... Solte os cachorros como o senhor Burns. Haha. Por falar em cachorros, não se esqueça de afastá-los do local onde estiver contatando a kitsune. Elas não gostam de cães e até os latidos destes as perturbam. Por isso, se seu cãozinho for escandaloso, coloque uma música pra abafar um pouco o som, senão paciência.
           Seja sempre sério e direto com uma kitsune. Nada de enrolações. Se quiser pedir algo, peça... Com jeitinho, mas peça. Jamais exija nada, Kitsunes detestam ordens. Também evite piadinhas sem graça, você não vai querer ver uma kitsune zangada...
              Se uma kitsune aceitar ser sua guardiã, talvez você a veja ou sinta com certa frequência. Dê atenção a ela sempre que puder (pode conversar com ela mentalmente ou pelo menos dizer um “oi”), quanto mais você estreitar os laços entre vocês, mais ela fará por você. Mas você deve fazer algo por ela também. Sempre que possível, acenda uma vela (eu opto sempre por essas cores, branca, amarela, laranjada e vermelha, embora a laranjada seja a minha preferida) ou um incenso ou elabore um ritual que se conecte com ela. Visualização e meditação devem funcionar bem.
            Nunca minta pra um kitsune porque ela, melhor que ninguém reconhece um mentiroso. Apesar de a raposa ser um animal dito como pouco confiável, traiçoeiro e trapaceiro, ela pode ser uma amiga leal, companheira e super protetora. Quando se apega a alguém é pra valer. A Kitsune deve ser invocada por pessoas que busquem autoconfiança, espírito de liderança e segurança. É um ser ágil, desconfiado, malicioso e cheio de artimanhas. ©

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