segunda-feira, 13 de junho de 2016


          A pedido de uma leitora, hoje, trago a vocês esse post, ensinando como se comportar na presença de uma Kitsune. É normal que durante um primeiro encontro com um Elemental fiquemos nervosos e com medo de fazermos qualquer coisa que os aborreça. Eu não sei muito sobre Elementais Do Fogo, mas vou pegando um pouquinho aqui e outro pouquinho ali e juntando tudo até dar um post.
                  Kitsunes são bem cismadas com humanos, não é que elas não gostem de nós, elas gostam... Mas gostar é uma coisa e confiar é outra, né?
Prepare o local onde for “receber” a kitsune. Limpe e arrume tudo. Elementais gostam de ser bem recebidos. Acenda uma vela e/ou um incenso de maçã verde, mirra, ou sândalo. Se tiver imagens de raposas (pode ser miniaturas em bibelôs ou mesmo imagens imprimidas que você pode colar na parede) deixe-as a vista, a intenção é mostrar que você gosta de raposas. Relaxe. Pense somente no aspecto positivo da raposa ou kitsune. Manter pensamentos positivos é essencial porque é essa energia que atrairá uma kitsune, portanto, nada de pensar bobagens. Se sua mente não colaborar muito, tente se concentrar num vídeo com uma raposa (tem alguns bem fofinhos no You tube). É normal que a gente sinta medo do que não conheça. Então, conheça a raposa... O lado bom da raposa. As Kitsunes estão ligadas ao elemento Ar também porque dominam a imaginação, a ilusão, a visualização, o pensamento e os sonhos. Elas são capazes de criar ilusões fantásticas, por isso, não se assuste se uma aparecer na sua frente ou vir qualquer outra coisa que não estava ali antes. Como os Bakenekos, elas podem tomar a forma de objetos inanimados para brincar com nossas mentes. A raposa é muito brincalhona. Não se mostre com medo na presença de nenhuma ou ela pode divertir-se assustando você. Ela não vai te ferir, mas é provável que você saia correndo como uma mulherzinha ou... Solte os cachorros como o senhor Burns. Haha. Por falar em cachorros, não se esqueça de afastá-los do local onde estiver contatando a kitsune. Elas não gostam de cães e até os latidos destes as perturbam. Por isso, se seu cãozinho for escandaloso, coloque uma música pra abafar um pouco o som, senão paciência.
           Seja sempre sério e direto com uma kitsune. Nada de enrolações. Se quiser pedir algo, peça... Com jeitinho, mas peça. Jamais exija nada, Kitsunes detestam ordens. Também evite piadinhas sem graça, você não vai querer ver uma kitsune zangada...
              Se uma kitsune aceitar ser sua guardiã, talvez você a veja ou sinta com certa frequência. Dê atenção a ela sempre que puder (pode conversar com ela mentalmente ou pelo menos dizer um “oi”), quanto mais você estreitar os laços entre vocês, mais ela fará por você. Mas você deve fazer algo por ela também. Sempre que possível, acenda uma vela (eu opto sempre por essas cores, branca, amarela, laranjada e vermelha, embora a laranjada seja a minha preferida) ou um incenso ou elabore um ritual que se conecte com ela. Visualização e meditação devem funcionar bem.
            Nunca minta pra um kitsune porque ela, melhor que ninguém reconhece um mentiroso. Apesar de a raposa ser um animal dito como pouco confiável, traiçoeiro e trapaceiro, ela pode ser uma amiga leal, companheira e super protetora. Quando se apega a alguém é pra valer. A Kitsune deve ser invocada por pessoas que busquem autoconfiança, espírito de liderança e segurança. É um ser ágil, desconfiado, malicioso e cheio de artimanhas. ©

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Não queimem as bruxas!

Posted by : Daniele Claudino
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terça-feira, 24 de maio de 2016

                     Sei que este não é um assunto novo, e que, inclusive, já postei alguma coisa em dos meus blogs – talvez, a Era Das Bruxas -, mas, essa vez, volto a falar disso porque embora eu não tenha dúvidas a respeito, não é o caso dos novatos. Assumo que costumo ser insensível, às vezes e acabo sendo grossa na hora de responder algumas perguntas, mas não o faço por mal. As pessoas é que me pegam numa péssima hora, e também... Paciência não é meu forte. Mesmo tendo nascido para ser uma líder, me falta coragem, ação e PACIÊNCIA. Peço desculpas. Não vou mentir aqui e dizer que isso não vai mais acontecer, mas prometo que vou evitar contato com todos os meus leitores quando eu estiver na TPM. Valeu? Kkk.
                      Ok.
A grande questão que tanto atormenta os novatos: Bruxos vão para o inferno?
Falar de INFERNO não é tão simples quanto parece. Muitos acreditam em vida após a morte – como os wiccanos e os espíritas -, mas outros não. Aliás, tem gente que não acredita em nada. Também tem outra questão complicada; quando se acredita em tudo – ou quase tudo -, é normal que as coisas pareçam confusas. Afinal de contas, para que lugar você irá depois que seu espírito deixar seu corpo sem vida? Para o inferno de Hades ou para os Campos Elísios? Annwn, talvez? Avalon, quem sabe? Isso não é tão simples de responder, pelo menos, eu acredito que não... Porque depende de sua crença original, eu acho. Quer dizer, não adianta eu falar para um cristão que ele vai reencarnar e tal, e que pode fazer o que bem entender nessa vida, porque terá mais uma chance de fazer as coisas diferente numa próxima, porque ele não vai acreditar em mim. Da mesma forma, não adianta eu falar para um espírita que ele vai morrer e ir pro céu ou pro inferno e fim. Ele simplesmente não vai aceitar que tudo termine aí, assim. Como cada um acredita numa coisa e no fim das contas não temos provas concretas do que existe ou não de fato, não é fácil responder a uma pergunta como essa: “os bruxos vão para o inferno?”. No entanto, eu vou tentar. Talvez, você discorde da minha linha de pensamento e tudo bem. Não sou a senhora dona da razão aqui. Vou dizer apenas o que EU acho, e se você pensa diferente de mim, não sou quem vai tentar te convencer a aceitar a MINHA verdade. A ideia da Wicca é não obrigar ninguém a aceitar algo como absoluto sem nunca questionar. Diria que na Wicca somos livres para pensarmos por nós mesmos e explorarmos as possibilidades. Acredito que há mais de um caminho...
                  Seguindo a linha de pensamento dos Espíritas, somente pessoas ruins vão para o “inferno”, e o lugar nem é propriamente o inferno e sim, mais como um purgatório, conhecido como Umbral. No entanto, as almas que seguem para o Umbral não permanecem lá para sempre. Apenas passam uma temporada para “refletir” sobre suas más ações, e passado esse tempo, elas seguem para um plano mais elevado onde se prepararam para renascer. Como Deus e os Anjos Celestes são justos, essa alma que está prestes a renascer saberá que todas as suas ações do passado refletirão em sua nova vida e que, talvez, por conta disso, ela possa vir a ter uma vida cheia de limitações ou “provações”. Mas quantas vezes uma alma pode voltar à Terra? Quantas vezes forem suficientes para que ela evolua e se eleve a nível angélico.
              Mas afinal o que condena uma pessoa ao Inferno ou ao Umbral?
           Para uma alma se afundar tanto é preciso mais que simplesmente acreditar em gnomos que fumam maconha ou ser um mentiroso, trapaceiro, filhote de elfo... Bem mais...
                  Na Wicca, não fazemos mal a ninguém: Não realizamos sacrifícios de sangue, não torturamos criancinhas nem adoramos o diabo. Então, por que iríamos para o Inferno? Por usarmos poderes ocultos que os Anjos Caídos e o Povo Das Fadas liberaram? Se for assim, então, não vamos mais usar lâminas, nem joias, nem maquiagem porque os Anjos Caídos que nos apresentaram tudo isso. A meu ver, Deus sabia que nós, humanos, sempre fomos fracos e imperfeitos e facilmente corrompidos, e, por isso, não quis que usássemos a magia, para não ferirmos uns aos outros. Até hoje, tem muita gente que não sabe fazer bom uso da magia. Eu nem preciso citar aqui o caso de bruxos que sacrificaram crianças para fins diversos – e não é um caso antigo não, mesmo nos dias atuais, isso ainda acontece -. Esse tipo de gente sim, vai para um buraco negro, frio e povoado de criaturas demoníacas. E vou dizer, é o mínimo que merecem por cometerem tamanha atrocidade! Não sei como alguém tem coragem de fazer mal a uma criança. Vejo as crianças como se fossem anjinhos – ok, algumas estão mais pra diabretes, mas ainda sim, são adoráveis diabretes -, as quais, devemos proteger e amar. Machucar uma criança é horrível! Não só crianças, mas qualquer ser indefeso. Não fazemos coisas do tipo na Wicca! Não admitimos coisas do tipo! Pregamos o amor não apenas ao próximo, mas a si mesmo. Porque a melhor forma de amar os outros é amando a si mesmo. Uma pessoa que não ama a si mesma não consegue amar ninguém porque não sabe o que é isso. Amar a si mesmo não é ser egoísta e sempre pensar em você antes dos outros, mas fazer o que te faz bem – claro, contanto que isso não prejudique a ninguém -. O amor deve ser livre, compreensivo e incondicional. Amor com sofrimento não é amor é tortura. O que quero dizer é que você nunca deve se submeter a coisas que não concorda ou não gosta só para provar a alguém que você o ama. Ou a pessoa acredita em sua palavra ou não te ama de verdade.
                   Outra coisa, na Wicca, você pode adorar os deuses que quiser sem problema. Talvez, você prefira Afrodite por poder ajuda-lo a ter amor próprio, ser belo e confiante, ou talvez, possa preferir Macha para tomar decisões e fazer as coisas acontecerem, ou pode preferir cultuar apenas os Elementais porque se sinta mais à vontade ou seja um híbrido (prometo que em breve vou postar mais coisas sobre os híbridos, achei umas coisas bem interessantes aqui sobre eles). O lance é, não importa no que você acredite ou que siga, mas sim suas ações. Não é a Religião que te torna mal, mas sim suas ações impensadas. Há satanistas que não fazem mal a ninguém, e há cristãos que são fanáticos religiosos e fazem mal a quem se recusa a aceitar sua linha de pensamento. Há de tudo no mundo. Não estou dizendo aqui que os satanistas são os mocinhos e que os cristãos são os vilões, de maneira nenhuma. Eu não sou ninguém pra julgar as crenças alheias. Eu acho que a gente deve seguir aquilo que toca nosso íntimo – seja para o bem ou para o mal -. Uma vez, quando era criança, lembro que vi uma cena num filme (cujo nome, infelizmente não me lembro) em que uma criança perguntava a um adulto se era ruim ser mal. O adulto respondeu que nenhuma das duas escolhas estava errada e que ele deveria ser o que o agradasse mais, o que tocasse em seu íntimo. Eu posso dizer que experimentei os dois lados, o ruim e o bom. Nunca fiz mal a ninguém – mas confesso, vontade não faltou – porque eu sabia... Se o fizesse... Seria difícil voltar atrás, e certos caminhos não tem volta.
                    Mas, segundo a linha do pensamento Espírita, Deus é um ser amoroso e piedoso, como um bom pai, só quer o melhor para seus filhos e, por isso, permite que eles renasçam, como uma forma de lhes uma segunda chance de fazerem as coisas do jeito certo, dessa vez, porque Deus é paciente e sabe que tudo tem seu tempo.
                       Eu costumava me preocupar muito, no início, se ia ou não para o Inferno, mas depois de um tempo, isso parou de me atormentar porque eu percebi que o que eu estava fazendo não prejudicava a ninguém e me ajudava a amadurecer e crescer espiritualmente. Foi com a Wicca que aprendi a ser mais compreensiva e carinhosa. Acreditem, houve uma época em que eu não me importava muito com nada nem ninguém e ia a igreja apenas por ir. Mesmo quando eu me esforçava para abrir meu coração e ser tocada por Deus, isso não acontecia. Por que? Porque eu estava na religião errada para mim. Na Wicca não. Me sinto completa e satisfeita aspirando a fumaça de incensos e observando a lua ou o crepitar da chama das velas. No entanto, não significa que eu tenha abandonado a Deus. Sempre vou amá-lo e aos anjos também, mas eu devo seguir o que me faz bem, o que me completa, o que toca a minha alma – certo ou errado, não importa, não importa o que os outros digam ou pensem, importa o que eu sinto -. Eu quero que vocês sigam o que toca no fundo de suas almas, não importa se não for a Wicca. O importante é que não haja dúvidas. Enquanto houver dúvidas, estude e aprenda o que puder. Troque ideias com pessoas que estejam na mesma que você e vá fundo. Você só vai saber se gosta se experimentar. E para experimentar, é preciso espantar o fantasma do medo, antes.
                     Não tenha medo de ir adiante. Lembre-se sempre: “Se não faz mal a ninguém não é ruim”. Ruim é machucar os outros, julgar, condenar, atirar pedras sem antes conhecer...
                   Wiccanos buscam apenas se harmonizar com as forças da natureza porque são seres sensíveis e gratos por serem quem são e terem o que têm; e, compreendem que somos todos UM. Essa é uma difícil missão que muitos híbridos terão de enfrentar, mostrar aos outros quem somos e o que de fato buscamos, mas a resposta é tão simples: Só queremos paz e harmonia, só queremos que as pessoas se respeitem e deixem de se odiar, que o mundo seja um lugar melhor e que o amor seja a única verdade absoluta. Não seremos punidos por desejarmos o bem comum, não seremos.
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Altar para os Bakenekos

Posted by : Daniele Claudino
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015


  
          Quer construir um altar também para esses seres adoráveis? Ok. Vou te dar algumas dicas. Lembrando que, é o SEU altar e você pode decorá-lo como quiser, claro, sem exagerar e se baseando no que você acha que agradaria o bakeneko ou o gato (nunca ignore o lado animal dele, nem o lado “humano”, pense sempre nele como um ser que, ao mesmo tempo é um gato e um elemental, ok? É difícil, mas você se acostuma).

        A superfície:



   Seria legal que você escolhesse um pedestal, mas se não for possível, serve uma mesinha ou mesmo um cantinho na sua estante (cada um se vira como pode) ou etc. Forre a superfície com uma toalha simples, ausente de detalhes ou estampas, na cor branco, amarelo, laranja ou vermelho. Pode fazer o altar voltado para o Sul ou para o Oeste (como estes são elementais tanto da Água quanto do Fogo, você decide).


O que colocar no altar:


Imagens de gatos comuns ou os populares Maneki-Nekos (aqueles gatos japoneses que trazem sorte e amor) são bem vindos. Pode colocar um incensário e um castiçal (para não fazer muita bagunça quando acender incensos e velas) e uma tigela pequena (daquelas usadas por filhotes) ou um copo ou taça de vidro para depositar leite ou água (melhor uma tigela, pois, nem de longe, eu imagino um gato tomando leite num copo rsrsr).


Oferendas:



 Um pouquinho complicada essa parte. Eu sempre sofro quando penso no que dar um bakeneko. Elementais amam doces, mas gatos não, então... Difícil. Prefiro dar leite, água, mel, balas (duras) de mel, rosquinhas (sabe aquelas mini rosquinhas que vendem como bolachas? Essa mesma.). Em último caso, tem biscoito de gato e sardinha (bakenekos amam sardinhas, no Japão, sempre que uma lamparina apagava, suspeitavam que fora obra de um bakeneko guloso porque usavam óleo de peixe na lamparina), mas fica um pouco estranho colocar sardinha em seu altar, até, por causa do forte cheiro. Melhor só o leite e as rosquinhas mesmo. :p

Bem, existem outras opções para você montar o seu altar. Isso é só uma base para você se inspirar e criar algo por si mesmo. É que eu tenho seis gatos e sou fanática por esses bichanos, daí eu me empolgar bastante quando o assunto é bakanekos.©


*Texto escrito por Lilith Melville.
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         Recomende que acenda uma vela branca ou amarela e um incenso do Sol ou da Lua (o nome do incenso é esse mesmo, pode procurar, que encontrará) ou qualquer outro de sua preferência, mas não é obrigatório. No entanto, visto que a fumaça do incenso libera energias e a vela ajuda a “puxar” o elemental para essa dimensão.
     Sente-se confortavelmente, preferencialmente, na posição de lótus. Inspire e respire até relaxar todo o seu corpo. Feche os olhos e visualize um gato. Pode ser um adorável filhote ou um elegante gato adulto. Você escolhe. Pode pesquisar imagens na internet, imprimir uma e observá-la até conseguir reproduzi-la em seu pensamento.
        Encare o gato diretamente em seus olhos profundos. Demore-se nisso e não tenha medo. Saiba que este não é um gato comum, mas sim um gato mágico, um bakeneko. Aproveite este momento para abrir seu coração e dizer o motivo o qual o levou a fazer este ritual. Ofereça sua sincera amizade. Apresente-se. Diga seu nome. Fale um pouco de você. Descontraia-se um pouco. Bakenekos são ótimos ouvintes. Se de repente, ele fizer cara de entediado ou fingir que está dormindo, não se ofenda. Ele só está brincando. Faça cócegas nele e continue. Pode ser que ele faça alguma outra gracinha como rolar ou dar a patinha. Se ele der a patinha ou vir em sua direção, significa que ele gostou de você e vai te ajudar a sair dos problemas em que se encontra e/ou será seu guardião. Abrace-o e agradeça. Pode ser que nesse momento, você ouça ele lhe dizendo seu nome ou lhe dando algum conselho. Preste atenção e novamente, não se assuste. Apesar de fofos, alguns bakenekos têm a voz um pouco grossa e, isso pode surpreender, às vezes.
             Se o Bakeneko recuar ou se mostrar um tanto arisco, é um sinal de que ou você o ofendeu ou não merece a sua ajuda. Nesse caso, agradeça a presença dele e abra os olhos imediatamente. Reveja o seu comportamento em relação aos felinos. Pode ser que você não tenha agido muito bem com eles. Faça algo por eles e só depois tente contatá-los novamente. Mas não esquente. Isso é raro. Geralmente, eles só recuam, de forma inofensiva, o que significa que eles não podem ajudar ou não querem. Se perguntar porque, talvez respondam.
          Também, pode acontecer de subitamente, ele se converter num objeto inanimado. Nesse caso, preste bem a atenção no objeto. Todo objeto tem um significado simbólico, descubra o significado do objeto para desvendar a mensagem que o bakeneko está te passando. Geralmente, eles fazem isso quando desejam apresentar a solução de algum problema ou pergunta que lhe foi dirigido.
           Pode ser que o bakeneko tome a forma humana, de repente, e se isso acontecer, esteja preparado. Não se espante. É até melhor para conversarem.
         Se o bakeneko reagiu positivamente a você, prossiga, dizendo:
   Querido (a) irmão (irmã), agradeço de coração por ter respondido ao meu chamado e do meu lado, ficado.
Faça-se sempre presente em minha vida e em minha mente.
Que eu seja capaz de enxergar a saída, mesmo na mais densa escuridão.
Que eu não sinta mais medo e persiga meus objetivos como o gato persegue o rato.

Abra os olhos, devagar.
Deixe a vela e o incenso queimarem até o fim. Jamais apague-os, pois os espíritos não gostam muito de quem lhes dá algo e de repente toma de volta.
         Se não obtiver êxito em sua primeira tentativa, tente outra vez, noutro dia. Observe a Lua e o dia da semana. Cada dia da semana e cada fase lunar possui uma energia diferente. Recomendo que faça essa visualização numa segunda-feira, numa Lua Cheia ou Nova.
        Ah, já ia esquecendo, se os gatos (mesmo os de rua) começarem a se sentirem atraídos por você, é mais um sinal de que conquistou a confiança dos Bakenekos. Portanto, não maltrate estes bichanos, pois, os bakenekos podem se zangar, e aí já viu, né? Não vai querer um deles te assombrando, eu imagino.


*Texto escrito por Lilith Melville.
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Como contatar os Bakenekos

Posted by : Daniele Claudino
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  Boa-tarde, meus queridos! Olhe só quem está aqui... Sim, eu mesma, a maluca que escreve sobre gatos enquanto assiste vídeos de sereias. :p kkkk Só aqui pensando que o gatinho ia amar com todas as suas forças uma sereia por ela ser metade peixe. kkkk.
      Tá. Já fiz gracinha. Agora é hora de falar sério... Ou quase. Enfim, a pedido da Kenna (escrevi certo?), uma leitora muito legal que acabei de conhecer, eu trago este post a todos vocês, hoje.
        Gostaria de lembrá-los mais uma vez que não sou nenhuma expert em magia e que não sei tudo, portanto, estou sempre tratando de forma breve ou resumida certos assuntos. Quando criei esse blog, eu sabia que seria difícil trazer conteúdo novo com frequência, mesmo assim, eu não desisti, e, um dia, ainda verei esse blog tão grande quanto a Dança Das Fadas. Inicialmente, era para ele ser voltado apenas a Magia Draconiana, mas como pouco se sabe a respeito de Dragões, pensei que seria melhor escrever sobre todas as criaturas do Elemento regente Fogo, dragões, bakenekos, deuses, etc, o que quer que tivesse a ver com o Fogo - apesar de não estar 100% certa de que bakenekos são elementais do fogo, eu suponho que seja, por causa do poder de lançar bolas de fogo que eles tem, bem, só quem poderia dizer com toda certeza e, sem sombra de dúvida é alguém que sacasse de Yokais -. De qualquer forma, o bakeneko é um ser difícil de desvendar por causa não apenas de seus poderes, mas de sua natureza misteriosa. O gato foi visto de diferentes formas pelo mundo, no Egito, eles eram idolatrados e representavam o Sol, a Rainha e também a Lua. No Japão, temidos. O fogo estava associado a Bast e Sekmet. Enquanto Sekhmet representava o aspecto negativo-devorador do fogo do deserto (o Sol), como o olho de Rá que queima e executa, Bast representava os aspectos regeneradores do Sol, como o olho de Rá que aquece e traz fertilidade. Bast não era apenas uma divindade associada ao Sol, mas também à Lua, isso porque ela é uma Deusa egípcia vinda do Oriente (leste) e tanto o Sol quanto a Lua nascem no leste e morrem no oeste. A Deusa Bast, por seu parentesco com a Lua, insere-se no mundo unitário do Grande feminino. O gato com olhos brilhantes é um animal lunar, daí a relação de Bast com a cor verde e as mulheres grávidas. Além de estar ligada ao fogo, ela também estava ligada aos grandes volumes de água. Era tida como o céu noturno e aquela que abre os caminhos, levando consigo a chave dos Deuses da fertilidade, a chave dos porões do útero, do mundo interior, da morte e do renascimento.
        Admito que o Fogo nunca foi um dos meus elementos preferidos, mas como praticante de magia, estou ciente de que tenho de trabalhar com os quatro elementos e não apenas um ou dois, para não entrar em desequilíbrio. Já contatei Kitsunes e Bakenekos, mas não graças a algum ritual que eu tenha encontrado por aí, porque tem pouca gente que dá importância a Yokais (perdão se escrevi errado, ainda não estou familiarizada com certas palavras), para muitos, esses seres não passam de personagens de Animes ou Mangás. Aconteceu com eles, o mesmo que aconteceu com as fadas, se tornaram tão populares que sua essência mística foi esquecida.  Houve uma época em que as pessoas eram menos materialistas e olhavam as árvores e os gatos com mais respeito. Hoje, homens urinam nas árvores e as cortam sem a menor piedade, e atiram filhotes fofos de gatos em córregos e rios, quando não fazem coisa pior. Isso é revoltante e dou razão para certos elementais se zangarem com humanos. Estamos indo longe demais com esse comportamento primitivo. E acho que nem o homem das cavernas era assim tão rude.
           Como eu disse, num post em A Era Das Bruxas, tudo o que fazemos de bom ou mau deixa uma "mancha" em nossa aura e os elementais identificam isso no momento em que dão de cara conosco. Por isso, não adianta nada destruir árvores e plantas e depois tentar atrair uma ninfa como se nada tivesse acontecido. Os elementais sabem tudo, sempre. Se já fez o estrago, mas está arrependido, beleza. Tudo tem remédio. Tente compensar seu erro de alguma forma, através de uma boa ação em prol da natureza e/ou dos animais. Os elementais se sentirão recompensados de alguma forma. Mas faça de coração e não esperando algo em troca, porque isso pode ofendê-los e passar uma imagem errada a eles de como você verdadeiramente é.
        Os elementais estão sempre abertos a contato, contanto que a intenção seja pura e sincera. De todos os elementais, só tive dificuldades em atrair as fadas, por causa dos elfos mesmo. Precisei da intervenção dos deuses. Mas com os outros elementais foi mais fácil. No caso dos bakenekos, acho que, porque eu já havia entrado em contato com a deusa egípcia Bastet. Então, recomendo que entrem em contato com a deusa também, se quiserem resultados mais imediatos. A seguir deixo rituais bem simples para contatar os Bakenekos. Como o Bruno disse em um post em O Castelo Da Bruxa, "cada um tem a sua magia", e a minha é simples e direta.


O Culto a Deusa Bastet

 

*Texto de Aline Santos

      Bastet, a deusa gata da mitologia egípcia. Protetora dos gatos, das mulheres, da maternidade, da cura. Era guardiã das casas e feroz defensora dos seus filhos, representando o amor maternal. Tem também grande ligação com a Lua, porque a luz e a magia da Lua influência a todos os felinos. Bastet é uma das esposas de Rá (deus Sol), com quem foi mãe de Nefertum e Mihos. É representada como uma Gata Preta, com um brinco e um colar ou uma mulher com cabeça de gato segurando um sistro, instrumento musical sagrado.

        Os antigos egípcios representavam os seus deuses com aspecto humanos e cabeça de animal. Cada deus tem seu animal sagrado associado e digno de adoração, como se fosse a própria divindade. E tal como os humanos os animais eram também mumificados para assim poderem ser preservados no além. Os gatos eram tão sagrados no antigo Egito, que quem matasse um gato era condenado à pena de morte. Considerado um ser divino, ao ponto que quando um deles morria de morte natural, as pessoas da casa raspavam as sobrancelhas em sinal de luto.
       O Templo de Bastet era em Bubastis (cidade do Delta do Nilo), cujo nome em egípcio "Per-Bast" (significa: "a casa de Bastet"), mantinha gatos sagrados que eram embalsamados em grandes cerimônias quando morriam, porque eram considerados como encarnação da deusa.
Bastet foi uma das divindades mais veneradas no Antigo Egito. Nas festas dedicadas a Bastet, as ruas enchiam-se de música, de dança, brincadeiras, com muita comida, muitos doces, mel e vinho. As sacerdotisas de Bastet desciam o rio Nilo, anunciando as festividades em homenagem à deusa usando uma espécie de sino de metal, os snujs. A bailarina purificava o ambiente ao dançar com os snujs espantando os maus espíritos.
      O símbolo do gato preto era utilizado pelos médicos egípcios para anunciar a sua capacidade de cura.
    

Correspondências:

Invoque Bast para: alegria, fertilidade, proteção, expansividade, força, saúde, prazer, sexualidade, amor, proteção contra maus espíritos, proteção de animais.
Símbolos: sistro, Lua, Sol, Ankh, Olho de Hórus
Dia: domingo
Cores: verde, laranja, dourado, amarelo
Aroma: açafrão

Altar para deusa Bastet



Faça um altar dentro de casa e coloque uma imagem da deusa Bastet e em volta coloque fotos de seus gatos e de sua família (também de seus outros animais de estimação). Sempre que quiser, pode acender uma vela de cor verde ou branca. Peça sempre a proteção e o amor maternal de Bastet, porque ela tem o poder de se transformar em ferocidade quando algum de seus filhos é atacado.

Fonte:



Ganhar favores de um Bakeneko




        Para conseguir os favores de um bakeneko, você pode contatá-los numa lua-cheia ou Nova. Acenda uma vela branca, laranja ou vermelha - eu prefiro a laranja -. Ofereça a eles, junto com três moedas douradas (de qualquer valor) e uma tigela com um pouco de leite. Faça seu pedido. Depois que a vela queimar toda, jogue o leite em água corrente e enterre as moedas. Quanto a tigela pode usá-la normalmente, ou pode guardá-la, exclusivamente para dar leite ou água fresca aos bakenekos.
      Eu sempre faço esse ritual e tenho um altar só para eles. Tenho até um cofre em formato de maneki neko, no qual eu sempre deposito moedas douradas a eles, em agradecimento pelos favores que eles me prestam.



Visualização para atrair os bakenekos






*Por Lilith Melville




        Recomende que acenda uma vela branca ou amarela e um incenso do Sol ou da Lua (o nome do incenso é esse mesmo, pode procurar, que encontrará) ou qualquer outro de sua preferência, mas não é obrigatório. No entanto, visto que a fumaça do incenso libera energias e a vela ajuda a “puxar” o elemental para essa dimensão.


        Sente-se confortavelmente, preferencialmente, na posição de lótus. Inspire e respire até relaxar todo o seu corpo. Feche os olhos e visualize um gato. Pode ser um adorável filhote ou um elegante gato adulto. Você escolhe. Pode pesquisar imagens na internet, imprimir uma e observá-la até conseguir reproduzi-la em seu pensamento.

       Encare o gato diretamente em seus olhos profundos. Demore-se nisso e não tenha medo. Saiba que este não é um gato comum, mas sim um gato mágico, um bakeneko. Aproveite este momento para abrir seu coração e dizer o motivo o qual o levou a fazer este ritual. Ofereça sua sincera amizade. Apresente-se. Diga seu nome. Fale um pouco de você. Descontraia-se um pouco. Bakenekos são ótimos ouvintes. Se de repente, ele fizer cara de entediado ou fingir que está dormindo, não se ofenda. Ele só está brincando. Faça cócegas nele e continue. Pode ser que ele faça alguma outra gracinha como rolar ou dar a patinha. Se ele der a patinha ou vir em sua direção, significa que ele gostou de você e vai te ajudar a sair dos problemas em que se encontra e/ou será seu guardião. Abrace-o e agradeça. Pode ser que nesse momento, você ouça ele lhe dizendo seu nome ou lhe dando algum conselho. Preste atenção e novamente, não se assuste. Apesar de fofos, alguns bakenekos têm a voz um pouco grossa e, isso pode surpreender, às vezes.

      Se o Bakeneko recuar ou se mostrar um tanto arisco, é um sinal de que ou você o ofendeu ou não merece a sua ajuda. Nesse caso, agradeça a presença dele e abra os olhos imediatamente. Reveja o seu comportamento em relação aos felinos. Pode ser que você não tenha agido muito bem com eles. Faça algo por eles e só depois tente contatá-los novamente. Mas não esquente. Isso é raro. Geralmente, eles só recuam, de forma inofensiva, o que significa que eles não podem ajudar ou não querem. Se perguntar porque, talvez respondam.

        Também, pode acontecer de subitamente, ele se converter num objeto inanimado. Nesse caso, preste bem a atenção no objeto. Todo objeto tem um significado simbólico, descubra o significado do objeto para desvendar a mensagem que o bakeneko está te passando. Geralmente, eles fazem isso quando desejam apresentar a solução de algum problema ou pergunta que lhe foi dirigido.

Pode ser que o bakeneko tome a forma humana, de repente, e se isso acontecer, esteja preparado. Não se espante. É até melhor para conversarem.

Se o bakeneko reagiu positivamente a você, prossiga, dizendo:



Querido (a) irmão (irmã), agradeço de coração por ter respondido ao meu chamado e do meu lado, ficado.

Faça-se sempre presente em minha vida e em minha mente.

Que eu seja capaz de enxergar a saída, mesmo na mais densa escuridão.

Que eu não sinta mais medo e persiga meus objetivos como o gato persegue o rato.





Abra os olhos, devagar.

Deixe a vela e o incenso queimarem até o fim. Jamais apague-os, pois os espíritos não gostam muito de quem lhes dá algo e de repente toma de volta.

Se não obtiver êxito em sua primeira tentativa, tente outra vez, noutro dia. Observe a Lua e o dia da semana. Cada dia da semana e cada fase lunar possui uma energia diferente. Recomendo que faça essa visualização numa segunda-feira, numa Lua Cheia ou Nova.

Ah, já ia esquecendo, se os gatos (mesmo os de rua) começarem a se sentirem atraídos por você, é mais um sinal de que conquistou a confiança dos Bakenekos. Portanto, não maltrate estes bichanos, pois, os bakenekos podem se zangar, e aí já viu, né? Não vai querer um deles te assombrando, eu imagino.







Altar para os Bakenekos

 
Maneki-Neko

 

*Por Daniele Claudino e Lily Melville.
http://docencantodefada.blogspot.com.br/




        *Nota da Nielee:
      Meu altar para os Bakenekos é bem simples, forrado com uma toalha vermelha e imagens de maneki-Nekos. Só. Não deixei muito fru-fru porque meu bakeneko “guardião” (se é que posso chamá-lo assim), apesar de fofinho, é do tipo sério, que gosta de coisas simples e discretas. Não vou aborrecê-lo, decorando o altar dele com coisinhas fofas demais da conta, mas vou sim, acrescentar outros objetos posteriormente, até porque é o único altar que mantenho, os outros, eu precisei desfazer por falta de espaço.


          Quer construir um altar também para esses seres adoráveis? Ok. Vou te dar algumas dicas. Lembrando que, é o SEU altar e você pode decorá-lo como quiser, claro, sem exagerar e se baseando no que você acha que agradaria o bakeneko ou o gato (nunca ignore o lado animal dele, nem o lado “humano”, pense sempre nele como um ser que, ao mesmo tempo é um gato e um elemental, ok? É difícil, mas você se acostuma).

        A superfície:



   Seria legal que você escolhesse um pedestal, mas se não for possível, serve uma mesinha ou mesmo um cantinho na sua estante (cada um se vira como pode) ou etc. Forre a superfície com uma toalha simples, ausente de detalhes ou estampas, na cor branco, amarelo, laranja ou vermelho. Pode fazer o altar voltado para o Sul ou para o Oeste (como estes são elementais tanto da Água quanto do Fogo, você decide).


O que colocar no altar:


Imagens de gatos comuns ou os populares Maneki-Nekos (aqueles gatos japoneses que trazem sorte e amor) são bem vindos. Pode colocar um incensário e um castiçal (para não fazer muita bagunça quando acender incensos e velas) e uma tigela pequena (daquelas usadas por filhotes) ou um copo ou taça de vidro para depositar leite ou água (melhor uma tigela, pois, nem de longe, eu imagino um gato tomando leite num copo rsrsr).


Oferendas:



 Um pouquinho complicada essa parte. Eu sempre sofro quando penso no que dar um bakeneko. Elementais amam doces, mas gatos não, então... Difícil. Prefiro dar leite, água, mel, balas (duras) de mel, rosquinhas (sabe aquelas mini rosquinhas que vendem como bolachas? Essa mesma.). Em último caso, tem biscoito de gato e sardinha (bakenekos amam sardinhas, no Japão, sempre que uma lamparina apagava, suspeitavam que fora obra de um bakeneko guloso porque usavam óleo de peixe na lamparina), mas fica um pouco estranho colocar sardinha em seu altar, até, por causa do forte cheiro. Melhor só o leite e as rosquinhas mesmo. :p

Nota da Lily:
Bem, existem outras opções para você montar o seu altar. Isso é só uma base para você se inspirar e criar algo por si mesmo. É que eu tenho seis gatos e sou fanática por esses bichanos, daí eu me empolgar bastante quando o assunto é bakenekos.©



     Muito obrigada por ter me ajudado a fazer este post, Lily. <3 Te adoro, amiga.
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Você está sendo vigiado?

Posted by : Daniele Claudino
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015


    Não vou cumprimentar vocês porque estou de TPM e para piorar, invoquei Badb. Brincadeirinha.... Quer dizer, eu tô estressada porque tô entre a diversão e a obrigação, mas sim. Vou cumprimentá-los. Imagina se eu ia ser grossa com vocês, seus lindos. hihi.
        Oi? Como vão? Sentiram saudade, eu aposto. Pelo menos, eu sei de alguém que sentiu... Você mesma, criança do senhor! Tá, brincadeiras a parte, hoje, eu vim falar de um tema mais constrangedor que polêmico. Muitos bruxos (sem distinção de sexo) já devem ter passado por isso, enquanto outros ainda passam, mas ninguém tem muita coragem de falar abertamente sobre o assunto, com medo de ser zoado até os fins dos tempos.
         
          Imagine o seguinte: Você está de boa aí, lendo esse post quando de repente, do nada, aparece na sua frente o Slender Man. O que você faz? Não ria! O assunto aqui é serio! Eu sei quem é Slender e que ele não é real e que foi a invenção de uma mente criativa que só queria impressionar a todos e etc. Mas se Slender não é real, por que tem pessoas que juram que o viram? Seria imaginação? Loucura? Brincadeira? Calma. Eu explico!
          Antes de mais nada, o tal Slender chama a atenção pela sua forma (um homem de mais ou menos 2m, trajando um terno negro e sem face, nem um pouco discreto, né?) e isso nos impressiona e fica armazenado em algum canto em nossa memória. Dependendo da "fé" devotada na criatura (aqui, estamos usando o Slender como exemplo, mas outras criaturas também se encaixam aqui), isso vai gerar uma energia, que se "alimentada" ou "nutrida" com frequência vai originar uma Tulpa. Uma Tulpa não é apenas uma coisa que sua mente cria. É mais que isso!  É um pouco difícil de entender, mas vou tentar explicar. Espero que eu não os confunda.
        Há um pouco de magia em todos nós e, assim como os deuses, nós somos capazes de criar outros seres e até universos inteiros. Parece loucura, mas não é! Pessoas com habilidade de Viajar Astralmente são as mais propícias a realizarem tal façanha porque passam muito tempo treinando a Visualização e a Projeção, por exemplo. 
       Tudo começa com a Visualização. Depois com o Transe e em seguida com a Viagem Astral. Você deve ir devagar. Comece com um cenário simples e fácil de visualizar, como uma floresta, um bosque ou mesmo uma casinha. Dedique algum tempo (nem que seja uns poucos minutos) para visualizar o cenário escolhido. Sinta-o. Acredite que ele é real. O mundo mágico é muito vasto e há ainda há partes inexploradas. Se você assistiu aquele filme Assombração, onde uma escritora viaja em seu próprio mundo interno, lembrando as coisas e seres que criou e depois abandonou, e também enfrentando sua própria dor e remorso, vai entender do que estou falando. Se nunca viu esse filme, deveria ver. É bem interessante!

         Mas tudo o que vemos é fruto de nossa imaginação?


       Não. Nem sempre. 
Elementais podem escolher se mostrar a nós, assumindo qualquer forma que nos impressione. Por exemplo, se você for louco pelo Slender Man, um elemental pode sim, assumir a forma dele. Claro que ele não vai te raptar nem te machucar - dependendo da índole dele, claro -. Para ele é divertido se fantasiar. É como um cosplay para eles. Não deveria impressionar tanto já que todos os Elementais (sem exceções) tem o poder de alterar a sua forma física, indo de Slender a Katy Perry. É mais ou menos como aquela mutante do X - Men, a Mística. Lembram dela? Então, se você tivesse um poder desse não ia usar vez ou outra? Imagina só, poder se transformar na sua mãe para amedrontar seus irmãozinhos ou naquela mina chata e fazer "ela" pagar o mico do ano? kkkk. Estou tentando ensiná-los de um jeito mais descontraído e também direto. Não vou usar palavras complexas e exemplos certinhos porque isso só dificulta o aprendizado. Às vezes, é melhor não bancar a nerd porque pouca gente entende e eu não quero falar para os nerds. Quero falar para as pessoas comuns mesmo, como você. Tenho certeza de que minhas comparações, apesar de fantasiosas e engraçadas foram bem claras. Só não entendeu quem não prestou a atenção.
      Recebi vários (vários mesmo) emails de pessoas me relatando que viram criaturas que lembravam figuras folclóricas e mitológicas. Para poupar tempo, eu decidi criar esse post para responder a todos de uma só vez. O que vocês viram, provavelmente foram elementais vestindo formas que impressionaram vocês. 
       Certas formas, com o tempo, por mais marcantes que sejam podem ser distorcidas. É mais ou menos como uma massinha de modelar... Mexe aqui e mexe ali, e no fim, surge uma forma diferente da primeira. 
     Os Elementais não estão por dentro de tudo o que rola nessa dimensão. Por isso, se você imaginar, por exemplo, um saci com duas pernas, eles podem assumir isso sem problemas. É o jeito de você pegá-los em seu próprio jogo. Algo semelhante ocorre com a tulpa; por mais poderosa que seja, ela está sujeita à sua vontade, ou seja, se você imaginar ou o melhor ACREDITAR que ela tem medo de algo, ela obedecerá. No entanto, um elemental não pode realizar certas coisas (como tocar o ferro), ao passo que a tulpa, não tem pontos fracos - a não ser que você QUEIRA que ela tenha - . Entendeu? Um elemental só pode ser manipulado até certo ponto, e ele sempre pode te desafiar ou te contrariar. Não que uma tulpa obedeça sem questionar...
          A nossa imaginação pode sim ser perigosa e, por isso, temos de tomar cuidado com o que imaginamos, tememos ou desejamos. Sentimentos fortes como raiva, medo, desejo ou dor sempre atraem energias e/ou seres que vibram na mesma vibe. É a lei natural das coisas. 
         Sabe aquela coisa te observando no escuro, todas as noites? Tente vê-la de forma menos ameaçadora. Por exemplo, se você vê uma silhueta feminina, imagine que é uma fada ou uma ninfa ou uma "visitante" (Visitante seria um espírito que está só de passagem, tipo, ele passou por ali mas não quer nada contigo). Quase sempre, aquela forma que nunca se aproxima ou raramente se aproxima, não é algo maligno. Pode ser um espírito guardião que só quer dizer um "oi" ou te abraçar, mas o seu medo o repele. Isso o enfraquece. Não dizem sempre para ignorarmos algo que não compreendemos ou repetir o mantra: "Isso não é real"? Porque, inconscientemente, todos nós sabemos que a nossa crença em algo que fortalece aquilo. Claro que tem entidades que não aceitam ser ignoradas e respondem com violência. Mas, nesse caso, você tem de tentar identificar o que é ou Quem é aquele ser. Pode ser uma alma infeliz que você conheceu no passado ou um elemental que você ofendeu ou em último caso, algo potencialmente maligno. 
          Ok. Não vamos nos descabelar aqui. Nem sempre as coisas são como num filme de terror. Demônios não perdem tempo com qualquer um (sem ofensas). Você teria de ter se envolvido com algo realmente pesado, um desses pactos idiotas de internet, uma seita satânica ou algo do tipo. De demônios eu entendo um pouco por causa da minha avó, quem me ensinou. Demônios não atormentam assim qualquer um. Teria de ter um motivo MUITO forte mesmo. Também não é fácil conjurá-los através da magia. Não basta traçar um pentagrama e jogar sangue de virgem enquanto diz um monte de bobeiras. É tudo mais sério e cerimonial do que parece. Inclusive há selos específicos para se invocar determinados demônios. Mas só para esclarecer, nós, Wiccanos, não trabalhamos com forças as quais não podemos controlar. E demônios são indomáveis e maus por natureza.
         Há muitos espíritos de almas reencarnadas que atormentam os vivos por vários motivos, dentre eles:
*Vingança; se você fez mau a alguém em outra vida, essa pessoa pode não ter te perdoado e decidiu te atormentar nessa vida, o fazendo pagar pela dor que você infligiu a ela.
*Medo de partir; nem todo mundo que morre, cruza a fronteira. Alguns ficam presos a esse mundo, como sombras presas a lugares. Imagine o quanto deve ser triste, ficar esquecido num canto, vendo as pessoas indo e vindo e você nunca poder interagir com elas. Isso pode enfurecer alguns espíritos que através do medo que provocam com suas manifestações paranormais conseguem se fazer serem notados. Pense... Para quem ficou mofando num canto escuro e empoeirado, isso é muito.
          A esses espíritos devemos ter pena e compaixão. Devemos falar com eles e mostrar a eles que não há mais nada para eles nesse plano e que "ir para a luz" não é algo tão ruim. E ele deve se perdoar, em primeiro lugar. O ódio e a dor cegam os espíritos.  

* Dependência; eu poderia encaixar estes na categoria acima, mas é melhor separá-los para não confundir vocês.
       Há espíritos conhecidos como Vampiros Astrais. Eles se alimentam de nossa energia para se manterem nesse plano. São muito perigosos e difíceis de se vencer. Podem ser sedutores, provocando sonhos eróticos (aqui, também pode se encaixar os demônios vampiros Súcubos e Íncubos) ou mesmo nos beijando ou nos acariciando de forma erótica. Também, podem ser agressivos e nos machucar ou imobilizar durante o ataque. Costumam assumir formas horrendas, já para impressionar a vítima.


    Então, nem tudo é o que parece, e em se tratando de sonhos, eles devem ser interpretados de forma puramente simbólica. Você não é doido por ver a Katy Perry no seu sofá, é doido se acreditar que aquela é a Katy Perry. Sacou? haha.

Até a próxima.
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Retribution

Posted by : Daniele Claudino
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segunda-feira, 13 de julho de 2015


   Eram quase dez horas da noite e Maria voltava do colégio. Naquela noite, as aulas terminaram mais cedo porque a professora de inglês faltara e não conseguiram arranjar uma substituta em cima da hora.  
      Maria não morava longe do colégio, mas o caminho de volta era sombrio e deserto. Naquele horário, a maioria das pessoas estavam escondidas em suas casas; algumas dormindo, outras vendo TV. Poucos veículos transitavam nas ruas. A noite era escura, o céu sem estrelas... Fazia frio e as árvores dançavam ao vento. Era uma noite sombria, mas uma adorável noite sombria.
     Maria caminhava sem pressa. Gostava de apreciar a beleza da noite e, a cada esquina, imaginava que daria de cara com vampiro belo, melancólico e sedutor, que lhe perguntaria o que uma bela dama fazia sozinha nas ruas, tão tarde. Então, ele se apresentaria a ela e, gentilmente, se ofereceria para acompanhá-la até sua casa. E durante o caminho, ele a seduziria com doces palavras e quando ela caísse na lábia dele, ele a morderia e saciaria sua sede de sangue. Ah! Que romântico! Um monstro mordendo seu pescoço e bebendo de seu sangue... Sério? Por que algumas mulheres eram tão masoquistas? Onde estava a graça em ser usada por um facínora de presas? Maria era fã de Supernatural e achava que monstro bom era monstro morto. Não que ela acreditasse em monstros... Mas odiava Crepúsculo, Diários De Um Vampiro, True Blood e outras séries e filmes do gênero. Achava tão clichê e ela odiava clichês.
      Quando dobrou outra esquina e seguiu por uma calçada cheia de árvores, não deu de cara com nenhum vampiro, mas com um inofensivo gato branco, com um olho verde e outro azul. Era a coisa mais linda que ela já havia visto!
    Quando a viu, o gato miou e recuou, assustado.

- Ei, gatinho? Não vou te machucar! Vem cá, vem? - Ela agachou-se enquanto chamava o gato.

    O felino a encarou, desconfiado. Sem saber se ia ou não até ela.
     Ela insistiu e o gato acabou cedendo.
    Ela afagou-o, sentindo a maciez de seus pelos. Então, o pegou e o encarou nos olhos.

- O que uma coisinha tão fofa como você faz sozinho por aqui, hein? Já pensou se uma louca te rapta? Ninguém mais ia ver você...
    

    O gato miou outra vez, como se entendesse o que ela acabara de dizer.

- Eu só tô brincando. Não faria isso! - Ela soltou o gato e foi embora.

     Assim que chegou em casa, tomou um banho. Vestiu seu pijama. Tomou leite e comeu biscoitos. Checou sua caixa de email e depois foi dormir. Teve um sonho estranho...


    A janela de seu quarto estava aberta e as cortinas subiam e desciam, como se estivessem dançando. 
Ela ouviu um gato miar e sentiu algo se movendo em seus pés. Se sentou assustada e naquela escuridão ela só conseguiu enxergar dois olhos a encarando... Um verde e outro azul... Eles brilhavam como olhos de gato, mas aquilo não podia se rum gato. A menos que fosse um gato gigante, o que seria impossível.
     Maria sentiu cada músculo de seu corpo gelar. Ela queria gritar, mas o grito ficou preso em sua garganta. E ela só conseguiu encarar aqueles olhos brilhantes...
      O que era aquilo? Um vampiro? Ótimo! Ela não tinha nada ali que pudesse usar para decapitá-lo. Estava perdida!
     Ela ouviu um riso e, em seguida, uma voz masculina:

- Não sou um vampiro!

"O que você é então?", ela quis perguntar, mas não conseguiu falar. Ainda estava muito assustada.

- Não importa quem ou que sou... - Disse ele, como se tivesse ouvido o pensamento dela. - Apenas me diga, como posso agradecê-la?

     Agradecê-la...
Pelo quê? 
Maria ficou confusa.

- Por favor? Não vou machucá-la. - Ele insistiu.
- Só... Vai embora! - Maria, finalmente conseguiu falar.

      Ele ficou em silêncio por um tempo, antes de dizer:

- Tem certeza de que é isso o que você quer? Eu posso lhe dar qualquer coisa que desejar... Qualquer coisa.

     Se ela tinha certeza?
É claro que tinha!
Ora essa!

- Sim, tenho. - Ela respondeu.
- Você quem sabe. - Ele pareceu ofendido enquanto se levantava.

    Maria acendeu a luz do abajur, mas ele já havia sumido. E, para seu espanto, a janela estava fechada e não aberta como ela vira a poucos minutos atrás.

    Na manhã seguinte, quando Maria acordou, percebeu que havia pegadas enlameadas que iam de sua cama até a janela... Porém, não eram pegadas de um homem, e sim de um gato. Foi então que lhe caiu a ficha! Não fora um sonho. Fora real!

"Apenas me diga como posso agradecê-la"...

     O gato que ela afagara na rua...
Ele queria agradecê-la pela atenção dada a ele...

"Só... Vai embora".
"É o que você quer?"
"Sim, é o que eu quero".
"Você quem sabe"...

   Ela nunca esqueceria aqueles olhos... Nunca!
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