Ágata

Posted by : Daniele Claudino
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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

  Tenho sonhado muito com Bakenekos e Nekomatas. E decidi postar esses sonhos aqui nesse blog, por dois motivos; primeiro, porque tem poucos posts. E, segundo, porque nada haver falar sobre Bakenekos e Nekomatas em um blog de elfos, quando tenho este blog, feito especialmente para as criaturas do fogo.

   Conheci uma bakeneko muito legal e vou chamá-la de Ágata. Ok, tenho uma amiga com esse nome, mas não consegui pensar em outro nome que fosse mais original. Até porque, Ágata pode ser dito como Agata (sem acento), que por sua vez, pode vir a ser A gata. Portanto, Ágata= Agata= A gata. A gata Ágata. rsrs.

   Sonhei que estava na casa de Heather (para quem ainda não sabe, Heather é uma elfa, com a qual eu sonho todos os dias) quando uma bela gata branca apareceu. Ela era muito fofa e carinhosa. Gostei muito dela. Mas sabia que não poderia ficar com ela porque Heather tem um cão. E não precisa ser um gênio para saber que cães e gatos não se dão bem.
   Com muita dor no coração, coloquei a gatinha na casa ao lado, que estava abandonada. E ela saltou para cima do telhado e caçou um rato.
- Oh, ela é perfeita! Até caça ratos! - Eu disse.

   Noutra noite, sonhei com ela de novo, e novamente, tive de dispensá-la para seu próprio bem.
   Ela tomou a forma de uma moça branca, com cabelos marrons e me perguntou, chorando:
- Por que você não me quer, mamãe? Eu fiz de tudo para agradá-la. 
    Eu tentei explicar a ela porque não poderia ficar com ela, mas não sei se ela entendeu.
Ela desapareceu em meio a tempestade que caia.

   Ontem, durante a madrugada, ouvi um gato miando de forma histérica. Mas não consegui me levantar para ir ver isso. Mais tarde, contei a minha mãe que ouvi um gato miando, mas ela me disse que não ouviu nada. Muito estranho! É bem do feitio deles "assombrar" os outros.
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Os gatos merecem mais respeito!

Posted by : Daniele Claudino
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

  Oi, queridos leitores? Tudo bem com vocês, meus lindos? Espero que sim e se não... Não desanimem! Seja qual for o seu problema, tenha fé de que tudo vai se resolver. Não deixe a tristeza oprimi-lo! ;)

   Bem, gostaria de compartilhar com vocês, algo que aconteceu comigo.
Essa noite, eu estava no jardim, lendo tarô para a minha avó, quando ouvi um gato miando. Eu estranhei, porque na minha rua não tem gatos, só cães. E por falar em cães, o do meu irmão começou a latir feito louco!
   Tentei ignorar aquele miado. Talvez, fosse apenas um gato passando por ali. Mas aquele gato continuou miando de forma histérica e o cão latindo.
   Me irritei e levei o cachorro para dentro. Depois, peguei um banco e espiei por cima do muro para ver onde estava o tal gato. Olhei de um lado e nada. De outro, nada. Onde estava aquele gato?

- É só um gato! Relaxe! - Disse minha avó.

   Como eu ia relaxar com um gato por perto? E se ele passasse por debaixo do meu portão como aquela gatinha fez uma vez? Não! Eu precisava saber onde estava aquele gato e se ele fosse um filhote, eu teria de levá-lo para a "rua dos gatos" onde ele ficaria seguro.
   A "rua dos gatos" fica próxima ao colégio Riachuelo, que fica bem pertinho aqui de casa. Nessa rua, tem muitos gatos e pelo menos duas casas tem gatos como animais de estimação.
    
   Voltei para o meu lugar e tentei me concentrar na leitura do tarô, mas os miados histéricos daquele gato me deixaram muito nervosa. Me levantei e subi no banco outra vez para olhar por cima do muro. À essas alturas, minha avó já estava achando que eu havia surtado. Quem se importa tanto com gatos? Eu, claro!!!
  De onde vinham aqueles miados? Eu precisava saber! Prestei atenção enquanto tentava visualizar o animal nas ruas.
"Oh! Meu deus! Será?" - Eu pensei desesperada ao ter uma ideia de onde aquele gato poderia estar.
   Ignorando as broncas de minha avó, abri o portão... Atravessei a rua correndo e parei em frente ao córrego. Procurei pelo gato. Andando descalça no mato. Eu parecia uma louca, mas não estava nem aí! Me xinguei por não enxergar direito e forcei minha visão ao máximo, até enxergar uma "coisinha" arranhando as paredes do córrego com suas patinhas. Um lindo filhote de gato com pelos brancos e pretos. O que ele estava fazendo ali? Será que ele tinha caído ou pior... Alguém o tinha jogado ali de propósito?
   Eu fiquei desesperada! Queria muito ajudar aquele gatinho, mas não sabia como. Eu pularia no córrego se tivesse certeza de que não me quebraria toda, saltando daquela altura.
  O gatinho me viu e começou a miar de forma mais histérica ainda. Eu fui caminhando pelas bordas do córrego e ele me seguiu, lá de baixo. Implorando por ajuda do seu jeito.
"Por favor, Bastet? Faça alguma coisa! Ajude esse gatinho, por favor? Qual o seu problema?" - Eu rezei à deusa egípcia, desesperada. Se ela amava tanto os gatos, teria de fazer alguma coisa.
   Olhei para o outro lado da rua e percebi que um homem que estava passando por ali, me encarava de uma forma estranha. Com certeza, ele pensou que foi eu quem jogou o pobre gatinho ali. E eu tive vontade de gritar:
- Não fui eu! Não sou um monstro! Sou apenas uma garota idiota que não sabe o que fazer para ajudá-lo. - Mas, ao invés disso, eu abaixei a cabeça e aproveitei que minha mãe estava me chamando do portão e voltei para a casa.
   Fui para a sala e fiquei aborrecida.
Minha mãe terminou de lavar a louça. Tirou o avental e me disse:
- Vamos lá, olhar o gatinho?
   Eu fui com ela e Thiago também.
Quando chegamos lá, o gatinho havia sumido. Não havia nem sinal dele.
Com certeza, aquele homem o tirara dali e o levara para a sua casa. Ele fez o que eu não pude fazer.
  
   Todos os dias, eu vejo muitos gatos abandonados pelas ruas e me sinto péssima por não poder ajudá-los. Eu sei que poderia doar dinheiro a um gatil e pronto. Mas isso não é suficiente... Isso não vai ajudar os gatos da minha cidade. E eu quero muito ajudá-los. Se eu tivesse condições, eu mesma faria um gatil para abrigar todos esses gatinhos abandonados que vejo pelas ruas.
   Ainda não sei como vou ajudar esses felinos, mas preciso encontrar uma forma porque me sinto péssima por não poder fazer nada por eles.
  Às vezes, me arrependo de ter invocado a deusa Bastet porque ela despertou em mim um amor imenso por gatos. É tanto amor e compaixão que eu nem sei o que fazer com isso.
   Só quero pedir a vocês que não maltratem os gatos. Eles levam uma vida muito ruim nas ruas. Se não pode adotar um, pelo menos, não o machuque. Respeite estes bichos porque eles merecem.
 Bem, era isso. Eu agradeço por lerem!

Beijinhos e até o próximo post!

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Fadas do Fogo

Posted by : Daniele Claudino
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domingo, 28 de setembro de 2014


  As fadas do fogo diferem das demais fadas por serem extrovertidas e por possuírem uma personalidade forte. Elas são ótimas amigas, mas podem se irritar facilmente. E como fadas não pedem desculpas, cabe a você tentar fazer as pazes.
   Se foi apenas um desentendimento leve, você pode apaziguar a fada com uma oferenda (um doce, uma fruta ou uma joia de contas vermelhas), mas se foi uma ofensa mais grave, você terá de engolir o seu orgulho e pedir desculpas. Mesmo que você esteja com a razão e a fada não.
   Alguns elementais são como crianças mimadas e a última palavra sempre tem de ser deles. Detestam receber ordens.
   Quando desejar que eles façam algo por você, sempre peça "por favor" e nunca esqueça de agradecer, antes mesmo de receber.
  Se quiser persuadir um elemental, você deve tocar no ponto fraco dele. Por exemplo, os Elementais Da Água são emotivos, então, você poderia usar a chantagem emocional. Os Elementais Do Ar são vaidosos e gostam quando elogiam sua beleza e inteligência. Os Elementais Do Fogo gostam que admirem sua força e seus poderes. E os da Terra gostam de se sentirem úteis. Tem um duende preguiçoso no seu sofá? Dê um trabalho a ele (consertar algo, arrumar a casa ou quem sabe cuidar da hortinha no quintal). Elementais da Terra podem ser muito chatos quando estão desocupados ou entediados. 
    As fadas do Fogo podem proteger nossas casas e em alguns casos especiais, ajudarem nos serviços domésticos. Mas ele exigem como pagamento velas (branco, vermelho ou laranja), incensos e alimentos como pastel com mel - é gostoso, acredite! Eu já provei!-, frutas (maçãs) e bebidas (cidra).
   Essas fadas gostam de lugares quentinhos e secos, como a cozinha e a lareira.
Para invocá-las, coloque uma oferenda escondidinha em um cantinho na cozinha ou na sua lareira.
  Só tome cuidado para nunca aborrecê-las, pois essas fadas podem provocar um incêndio em sua casa.
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sábado, 28 de junho de 2014

  Os elementais do Fogo são fascinantes, corajosos e ousados e têm despertado o interesse de muitos bruxinhos que buscam o guardião perfeito. Entre os elementais do fogo temos as sedutoras kitsunes, os misteriosos bakenekos, as pequeninas e poderosas salamandras e os temidos e sábios dragões (mesmo não sendo oficialmente considerados Elementais e nem próprios da Wicca e sim da Magia Draconiana, eu gosto de citá-los em meus textos porque sou fascinada por esses seres sábios e temíveis). Já sabemos pelo menos o básico a respeito dessas criaturas, que podem ser boas e más. Mas você sabia que todos os elementais têm uma essência imutável, típica de sua natureza mágica? Hoje, vamos conhecer a essência dos elementais do Fogo.

Os princípios do Fogo


  1. Coragem; é a principal qualidade de todos os seres desse elemento. Eles nada temem, pois não conhecem o significado da palavra 'medo'. Desde muito pequenos, eles aprendem a não temer o escuro, a dor e o 'novo'; eles não tem medo de recomeçar de novo e de novo e possui uma incrível capacidade de adaptação a novos lugares e pessoas.
  2. Força; acho que não é nenhuma novidade que os elementais do Fogo são muito fortes. Dentre todos os elementos, este se destaca por ser indomável e selvagem. Temos de ter um certo cuidado ao lidar com esses elementais, pois eles podem ser muito perigosos quando ofendidos ou de mau humor. Já houve casos em que elementais do fogo se irritaram tanto com um humano que incendiaram sua casa. É... os bichinhos são nervosos.
  3. Determinação; quando esses elementais metem uma coisa na cabeça, dificilmente mudam de ideia. Não que eles sejam cabeça-dura. Pelo contrário. Eles não costumam desistir fácil de alguma coisa e, perseguir seus objetivos é excitante para eles. Desde muito novos, eles aprendem que desistir é só para os fracos.
  4. Paixão; eles são sensuais, ardentes e sedutores. Os melhores amantes se encontram dentre esses elementais. O amor deles é intenso e puramente físico. Não significa que eles nunca se apaixonam, mas que sua forma de amar é diferente dos Elementais da Água. Eles detestam traição, especialmente quando se comprometem seriamente com alguém. Eles são ciumentos e possessivos, especialmente os dragões, que, protegem a pessoa amada, da mesma forma que protege seus tesouros ocultos em sua caverna. Isso pode soar romântico para você que está dizendo nesse momento "Que fofo!", mas só demonstra o grau de possessividade do elemental em relação a pessoa. Porque se já é difícil um dragão abrir mão de um mísero diamante (falou a rica), quem dirá de sua noiva? Outra coisinha que você deve saber, quando um dragão se apaixona de verdade por uma mortal, ele lhe enche de presentes preciosos e se ele te levar até ao seu esconderijo, onde guarda seu tesouro, é um sinal de que ele pretende se casar com você, se com a sua permissão ou não, aí, já não posso dizer porque quando dragões querem muito uma coisa, eles simplesmente a tomam e pronto! Eles não pedem permissão a ninguém,  e se pedirem, é apenas por educação. Independente da resposta, eles fazem o que querem e ponto final.
  5. Ousadia; os elementais fazem coisas inacreditáveis, às vezes porque são corajosos e ousados. Eles não medem as possíveis consequências de seus atos, na maioria da vezes, impensados. Eles são mesmo maluquinhos!
  6. Sabedoria; as kitsunes e os dragões são os seres mais sábios dentre os elementais do fogo. Eles podem nos ajudar, aconselhar e guiar em momentos de grande aflição e indecisão. Recorra a eles sempre que se sentir fraco e confuso ou quando seus caminhos estiverem 'fechados'.
  É isso galerinha. Espero que esse post tenha ajudado a vocês a terem uma ideia de como os elementais do Fogo são, no geral.©
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Não atire o pau no gato!

Posted by : Daniele Claudino
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quarta-feira, 11 de junho de 2014

  Quem não conhece a famosa canção: "Atirei o pau no gato-to..."? Essa é uma canção que as crianças não deveriam cantar porque as ensina a ter preconceito desde cedo, contra esse adoráveis felinos.
   Todo mundo diz que cruzar com um gato preto em plena sexta-feira 13 dá azar. Mas isso não passa de uma superstição boba, criada por algum idiota que não tinha mais o que fazer, a não ser inventar bobagens. E, o pior é que muita gente acredita nessa besteira. Gente, Helloou! Não vivemos mais na Idade Média e acreditar nesse tipo de coisa é só para jacu. Vamos apertar o botãozinho da consciência e perceber que isso é um preconceito contra o animal. Especialmente por ele ser negro! Os racistas ainda existem. E como se não bastasse discriminar seus semelhantes, eles decidiram que implicar com um animal que não pode se defender da maldade humana é algo bom. Não! Não é nada bom! É péssimo! E vergonhoso. Isso me revolta. E aborrece os deuses, que eu sei. Acha que a deusa Bastet (conhecida como a deusa-gato) fica feliz vendo tanta gente sem coração maltratando os gatinhos? Claro que não. E eu só desejo que a ira dela caía em cima dessas pessoas maldosas.
   Se você não gosta de gatos, ótimo. Não precisa fazer mal a eles. Eles levam uma vida muito dura na vida. Acha que é fácil viver nas ruas. Procurando por comida e água. E ainda tendo de fugir de cães e pessoas desumanas? De todos os animais, os gatos merecem mais atenção e cuidado. Eu só queria que eles voltassem a ser amados e queridos, como no Egito Antigo.
    Os gatos são seres mágicos e por que não dizer... Sábios?! Para as bruxas, eles servem como animais Familiares.
Quem resiste a esse olhar do Gato De Botas?

   Na França, alisar um gato dá sorte.
  No Japão, acredita-se que eles são mágicos. E por lá, existe o mito do Bakeno e do Nekomata. O Bakeneko seria uma raça mágica, semelhante às fadas, que poderia assumir a forma humana. Ele se revelaria ao humano que o tratasse bem e poderia lhe trazer muitas riquezas. Os bakenekos tem vários poderes mágicos, podendo forjar bolas de fogo, ressuscitar cadáveres, assumir a forma humana, e etc. Acredita-se que quando um gato é muito maltratado por seu dono, ele pode transformar-se em um nekomata - que seria um gato do mal - e se vingar de seu dono. Podendo matá-lo e assumir a forma dele. Isso é pouco para as pessoas que maltratam esses felinos tão fofos.
  A deusa Bastet é a protetora dos gatinhos e, é a ela que você deve recorrer quando o seu bichinho ficar doente.
Bakeneko

Os seguidores da Deusa acreditavam que uma gata dentro do quarto de uma mulher que está tendo um filho ajuda no parto. Possuir um gato em casa traz equilíbrio à energia feminina e ao lado emocional e espiritual. Desta forma, caso não seja possível ter um gatinho de verdade, uma representação já ajuda a obter os bons fluídos que este animal traz.
 A função mágica do gato é despertar a visão para os mistérios, dando entendimento e clarividência. Também trabalha a graça e a sutileza, a elegância e o charme. Invoca-se o gato quando queremos despertar ou aumentar também a intuição ou a sabedoria. Ele ajuda a conquistar a independência, a liberdade. Sua habilidade de cair de pé pode ajudar seus protegidos a sair de situações embaraçosas ou perigosas com rapidez e pose inacreditáveis. O gato também evoca sagacidade, reflexo rápido e engenhosidade, sabendo aguardar o momento certo para se lançar sobre seus objetivos. A sombra do gato, por outro lado, revela apreço pelo conforto e preguiça.

Ritual do gato para visões místicas

Bastet

Este é um ritual muito simples. Numa lua nova, em um aposento tranqüilo, fique diante de um gato. Acenda uma vela negra entre vocês dois. Observe o gato atentamente e sinta-se fundir a ele. Sinta que ele está em você e vocês são um só. Diga:

"Bastet, una-se a mim. Dê-me a visão. Desperta a magia. Descortine o oculto. Como o gato, eu agora vejo no escuro."

 Vá murmurando isso enquanto observa o gato. Se ele sair de onde está, Bastet acha que ainda não é hora de atender seu pedido. Tente novamente outro dia. Se ele sair correndo como se tivesse visto o diabo, um outro animal surgiu e o assustou. Verifique se seu animal totem não é um antagonista natural do gato. Se no entanto, o gato ficou ali o tempo todo, Bastet atendeu o seu chamado e você passará a ter visões místicas, seja em sonho, seja a sua volta.
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domingo, 1 de junho de 2014

  Você vai precisar de:

* Uma vela dourada
* Uma maçã bonita
* Frutas cristalizadas
* Uma taça de vinho
* Uma pequena imagem de dragão (pode ser um desenho ou impressão da internet, caso não tenha uma estátua)
* Incensos
* Moedas douradas (as mais brilhantes que encontrar)


Acenda a vela e chame os dragões, pedindo que atendam ao seu chamado, pois você gostaria de sua amizade e sabedoria. De olhos fechados, respire profundamente várias vezes, até se sentir relaxado. Abra os olhos e concentre-se na chama por alguns minutos. Então, coloque a maçã cercada de frutas cristalizadas num prato e ofereça para os dragões como um presente, pedindo que aquele alimento se multiplique abundantemente na dimensão deles. Ofereça, a seguir, a taça de vinho. Volte a olhar para a chama da vela. Então, observe a imagem de dragão por alguns minutos. Cerque a imagem de moedas douradas, pedindo que a prosperidade seja sempre uma constante para os dragões em seu reino. Relaxe e, de olhos fechados, procure sentir as presenças. Se sentir algo, não abra os olhos. Permita que sua terceira visão funcione e veja quem está com você. Converse, faça suas perguntas e aproveite a companhia.
  Quando terminar o ritual, deixe a vela e o incenso queimarem até o fim, perto das oferendas. Quanto a vela tiver terminado, recolha tudo e jogue o vinho ao pé de uma árvore bonita. Deixe as maçãs e as frutas cristalizadas ao pé da árvore também. A imagem do dragão deve ser deixada em um lugar da casa onde possa ser vista. Se puder, deixe sempre moedas brilhantes ao redor dela, pois isso atrairá a prosperidade e deixará seu dragão contente. Se utilizar as moedas, reponha-as assim que possível, dizendo:
  "Uma que sai são duas que voltam, a prosperidade e a generosidade são sempre boas companheiras!"


  O livro Magia Dos Dragões, de Eddie Van Feu é o único sobre o tema no Brasil e nele você aprende mais sobre esses grandes amigos alados. Você encontra o livro nas melhores livrarias ou diretamente pelo site: http://www.linhastortas.com
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Os dragões e os signos

Posted by : Daniele Claudino
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Você já conhece o dragão regente de seu signo? Não? Então, conheça agora!

Áries

Dragão regente: Fafnir

   Fafnir é o guardião dos portais dos sul e do reino do fogo. Ele dá aos seus protegidos coragem, impulso e a centelha iniciadora. São pessoas capazes de iniciar grandes projetos.
  Na magia, Fafnir concede: coragem,vitória, energia, impulso, ambição, conquista, argumentos, força, resolução ou criação de conflitos, auto confiança, agressão, ação, sexo, perigo, polícia.

Metal: ferro, aço
Cores: todos os tons de vermelho
Dia:  terça-feira
Elemento: fogo


Touro

Dragão regente: Shemaleth

   Shemaleth dá sensibilidade e conforto. De estrutura forte, este dragão dá aos seus protegidos saúde física. Eles também tendem a ser fortes fisicamente.
   Na magia, Shemaleth concede: amizade, amor, casamento, beleza, sensualidade, artes, criatividade, parceria, música, romance, eventos sociais, refinamento.

Metal: cobre
Cores: rosa-claro, azul turquesa, verde.
Dia:  Sexta-feira
Elemento: água


Gêmeos

Dragão regente: Sairys

   Sairys é o guardião do portal leste e do reino dos ventos. Ele dá aos seus protegidos inspiração e criatividade, especialmente para contar histórias. Quando mal trabalhados, seus protegidos se tornam dispersos e fofoqueiros.
  Na magia, Sairys concede: intelecto, comunicação, negócios, consciência, mensagens, percepção, memória, criatividade, divinação, oratória, inspiração, cura mental, educação, parentes, viagem, ilusão.

Metal: mercúrio, nióbium
Cores: laranja, multicolor, amarelo esverdeado
Dia: quarta-feira
Elemento:  ar

Câncer

Dragão regente: Naelyon

  Naelyon é o guardião do portal oeste e do reino das águas. Ele rege tanto mares quanto tempestades e seus protegidos costumam ser muito emotivos e apegados à família. Ele dá a seus escolhidos felicidade e realização no lar e na família, além de ajudar na gravidez.
  Na magia, Naelyon concede: amor, fertilidade, medicina, sorte, receptividade, lar, crianças, poderes psíquicos, intuição, divinação, assuntos domésticos, pequenas viagens, planos temporários, o passado, memória, desejos pessoais.

Metal: prata
Cores: branco, marfim, pérola
Dia: segunda-feira
Elemento: água e ar

Leão

Dragão regente: Salaquet

   Salaquet é um dragão do sol e dá aos seus protegidos o brilho e a boa sorte. São pessoas que sempre brilham, aonde quer que vão. Sua sombra torna as pessoas orgulhosas ou confiantes demais na própria sorte e carisma.
   Na magia, Salaquet concede: sucesso, fama, sorte, brilho, ganhos financeiros, saúde, energia, auto confiança, prosperidade, realização pessoal, favores, promoções, simpatia de pessoas poderosas, emprego.

Metal: ouro
Cores: ouro, amarelo forte, laranja
Dia: domingo
Elemento: fogo

Virgem

Dragão regente: Talm

  Talm é um dragão de Mercúrio, muito inteligente e perspicaz. Como todo dragão, tem ótimo senso de humor. Ele dá os seus protegidos senso analítico e organização.
  Uso mágico: Intelecto, comunicação, negócios, consciência, mensagens, percepção, memória, criatividade, divinação, oratória, inspiração, cura mental.

Metal: mercúrio, nióbium
Cores: laranja, multicolor, amarelo esverdeado
Dia: quarta-feira
Elemento: ar

Libra

Dragão regente: Shemaleth


   Além de reger Touro, Shemaleth também rege libra. Ele dá aos librianos equilíbrio, o que ajuda muito nas relações sociais. Seus protegidos costumam ser excelentes negociadores.
  Na magia, Shemaleth concede: amizade, amor, casamento, beleza, sensualidade, artes, criatividade, parceira, música, romance, eventos sociais, negociação, refinamento.

Metal: cobre
Cores: rosa-claro, azul turquesa, verde
Dia: sexta-feira
Elemento: água


Escorpião

Dragão regente: Durankayta

   Durankayta é um dragão de tonalidade escura e brilhante cujos olhos parecem estrelas distantes. Ele tem o poder de ver a verdade por trás das ações e palavras e confere talento a seus protegidos.
  Na magia, Durankayta concede: coragem, impulso, vitória, energia, ambição, conquista, argumentos, força, resolução ou criação de conflitos, auto confiança, agressão, ação, sexo, perigo, polícia.

Metal: ferro, aço
Cores: todos os tons de vermelho
Dia: terça-feira
Elemento:  fogo


Sagitário

Dragão regente: Yanizar

  Yanizar é um dragão de Júpiter e confere aos seus protegidos talento para ganhar dinheiro. Ele também ajuda a realizar desejos, desde estejam dispostos a trabalhar por isso.
  Na magia, Yanizar concede: saúde, amor, expansão, sucesso, dinheiro, crescimento dos negócios, fama, honra, riquezas, desejos do coração, carreira ou trabalho, assuntos legais, leis e regras, educação universitária ou especializada, juízes, cortes, doutores, liberdade e novas retomadas.

Metal: alumínio
Cores: azul real,azul índigo, púrpura
Dia: quinta-feira
Elemento: ar


Capricórnio

Dragão regente: Grael

   Grael é o guardião do portal norte e do reino da terra e confere aos seus protegidos fartura e trabalho. Grael ajuda muito na parte material e seus protegidos têm muita sorte nessa área, embora sempre tenham que trabalhar muito duro para ter algum reconhecimento.
  Na magia, Grael concede: créditos e débitos do karma, conhecimento mágico, sabedoria sagrada, disciplina, conhecimento, aliados, animais, morte, reencarnação, superação, proteção, deveres, responsabilidades, limitações, ganhos e objetivos de longo prazo.

Metal: Chumbo
Cores: preto, tons de azul muito escuro, púrpura e marrom escuro
Dia: sábado
Elemento: terra, tempestade

Aquário

Dragão regente: Keetan

   Keetan é um dragão de Urano e confere aos seus protegidos uma visão totalmente inovadora das coisas, fazendo-os encontrar soluções onde ninguém antes sequer pensou em procurar.
  Na magia, confere: jornadas xamânicas profundas, magia, expansão mental, eletricidade, ocultismo, metafísica, astrologia, inspiração divina, insanidade, liberdade, caos. Planeta do inesperado, rege as revoluções de ideias e invenções.

Metal: platina e urânio
Cores: azul gelo, azul furta-cor
Horas de: mercúrio
Elemento: ar

Peixes

Dragão regente: Naelyon

   
 Além de reger Câncer, Naelyon também rege Peixes e dá aos seus protegidos o poder de sonhar e de se elevar acima da realidade mundana, através da criação de obras artísticas ou do misticismo.
    Na magia, Naelyon concede: comunicação psíquica, imaginação, jornadas interiores, visões, ilusões, martírio, terremotos, segredos divinos. Planeta dos sonhos e dos palpites, reino do subconsciente.

Metal: titanium
Cores:  verde azulado, verde-mar
Horas de: Vênus
Elemento: água


   Para saber mais sobre os dragões e sua magia, leio o primeiro livro sobre o assunto publicado no Brasil, Magia dos Dragões, por Eddie Van Feu. São 200 páginas de informações inéditas e muitas magias práticas para o amor, realização e saúde. Procure nas melhores livrarias ou pelo email alcateia@alcateia.com .
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Gremlins, elementais da tecnologia

Posted by : Daniele Claudino
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

    Hoje, vamos falar sobre os elementais da tecnologia, que vivem dando dor de cabeça a muitas pessoas. Lembro-me que eles eram tão fofos no filme, por isso, mas, igualmente diabólicos.

Um gremlin é uma criatura mitológica de natureza malévola popular na tradição saxã. O nome gremlin provém do inglês antigo grëmian, que significa “irritar” ou “incomodar”. Também está relacionado com grim, “sinistro”, e no termo alemão, grämen, “confusão”.

Os gremlins são populares como criaturas capazes de sabotar qualquer tipo de equipamento. A popularidade dos gremlins veio de uma história contada entre os pilotos da RAF (Força Aérea Real Britânica) a serviço no Oriente Médio durante a Segunda Guerra Mundial. Esses seres seriam uma forma de explicar os frequentes acidentes que aconteciam durante os voos, as estranhas quedas que ocorriam na ausência de ataques inimigos.

Foram feitos dois filmes sobre essas criaturas, mostrando todos os seus aspectos críticos: Gremlins (Joe Dante, 1984) e Gremlins 2 (Joe Dante, 1990).

Os gremlins nesses filmes são apresentados em duas fases: a Mogwai, que seria o estágio infantil destes seres, no qual são quase inofensivos, e Gremlins, que são muito perigosos. Diz-se também que existem três coisas que não pode ser feito com um Gremlin ou Mogwai e deve ser evitado a todo custo para que tudo corra bem. A primeira é que a luz não deve ser administrada diretamente a eles, pois a odeiam: não se deve dar a luz do sol, sob o risco de ser morto. A segunda é que eles nunca devem entrar em contato com a água, pois quando isso ocorre com um Mogwai, saem bolas de pelos de suas costas, e assim ele se reproduz, em cópias parecidas, porém, mais travessas. Mas o que jamais se deve fazer a um Mogwai é alimentá-lo depois da meia noite, realizando assim a metamorfose, da fase infantil (Mogwai) para o adulto (Gremlin), encapsulando-se em uma pupa, como uma borboleta.

Gremlim adulto e malvado

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Qilin

Posted by : Daniele Claudino
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Qilin, também conhecido por Kirin e Kylin em japonês e coreano respectivamente, e é uma criatura mitológica chinesa muito apreciada e querida na cultura Oriental.

Kirin é uma criatura encantadora por sua caridade, generosidade e grande respeito à vida. Ele tem uma enorme compaixão pelos jovens e puros de coração, não tolerando aqueles que abusem deles. Ele nunca irá tirar a vida de um inocente, e também os protegem de qualquer ameaça, tornando um protetor implacável, cuspindo fogo entre outras habilidades que são contadas de conto pra conto.

É dito também que o Qilin só aparece em regiões que são governadas por pessoas benéficas ou virtuosas. É muito dificil a aparição de um Qilin, pois ele só aparece para aqueles que tem respeito à vida o mesmo tanto quanto eles têm.
Outras curiosidades sobre o Qilin é que ele fala facilmente o idioma humano, podendo ter telepatia de acordo com alguns por saber quando estão dizendo a verdade ou não. São constantemente associados aos dragões orientais, pois possuem grande poder.

São criaturas tão livres que não podem ser domadas por nenhum outro ser, e acabam por se matar caso sejam presas, ou dominadas.
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segunda-feira, 12 de maio de 2014


Mari foi, originalmente, a deidade suprema na mitologia basca. O nome significa simplesmente "rainha". Ela aparece como uma dama ricamente adornada de jóias e freqüentemente voa pelos céus envolvida em fogo. Em outras ocasiões, viaja sobre um carneiro. Pode atravessar os céus em uma carruagem puxada por quatro cavalos e também pode aparecer como uma nuvem branca ou como um arco-íris. Seu marido é Maju, um deus-serpente.
Em Oñate, dizem ter visto Mari em forma de árvore que passa veloz pelo céu lançando chamas, dirigindo-se à caverna de Gaiztozulo e fazendo um ruído ensurdecedor ao ocultar-se nela. Relatos de Ataun e Cegama a descrevem como uma foice ou meia-lua de fogo cruzando velozmente o céu. Em Zaldivia, diz-se que voa horizontalmente, envolvida em fogo.
Mari envia a chuva ou a seca. Sua residência situa-se no interior da terra e acredita-se que guarda grandes riquezas. Dizem em Cegama que, na caverna de Aketegi, até as camas são de ouro. Atraídos pela riqueza ou pelo mistério, muitos entraram na gruta levando velas, mas Mari aparece em forma de corvo e as apaga com o vento de suas asas, a menos que as velas tenham sido benzidas.

Desde a adoção do cristianismo pelos bascos, tanto Mari quanto Maju passaram a ser considerados simples espíritos. Permaneceu, porém, a crença de que se pode afastar os raios colocando uma foice (símbolo de Mari) diante da casa.
Em Zumaia, se conta que uma mulher casada desejava tanto uma filha que dizia que a queria "mesmo que o diabo a levasse quando fizesse vinte anos". Um dia, nasceu-lhe, por fim, uma bela menina de cabelos dourados. Quando a filha estava para fazer vinte anos, a mãe a encerrou numa caixa de cristal e ficou a vigiá-la dia e noite, mas foi inútil: no momento em que a moça completou vinte anos, o diabo quebrou a caixa e a levou para o monte Amboto, onde ela se tornou Mari.
Outra lenda diz que em Beasain, Guipúzcoa, "uma mulher muito má" casou-se com um bom cristão e tornou-se mãe de cinco filhos. Como ela não queria que os filhos fossem batizados, o pai os pôs em uma carroça, junto com a mãe amarrada e os levou à igreja em busca de batismo para os pequenos. No caminho, porém, a mulher se envolveu em chamas, queimou as ligaduras que a atavam à carroça e voando pelos ares, gritou: "Meus filhos para o céu e eu, agora, para o Muru". E ao monte Murumendi Mari se dirigiu e ainda vive. Em várias ocasiões foi vista em uma gruta do monte, penteando a cabeleira loura com um pente de ouro.

Mari liberta-se da carroça e voa para o monte Murumendi


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Dragão Coreano

Posted by : Daniele Claudino
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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Dragão japonês

Os Dragões coreanos são criaturas legendárias na mitologia e no folclore coreanos. Embora geralmente comparável com os dragões chineses na aparência e no significado simbólico, os dragões coreanos têm propriedades culturais específicas que as diferenciam dos dragões em outras culturas. O símbolo do dragão foi usado extensivamente, na mitologia coreana e na antiga arte coreana.

O dragão coreano é derivado do dragão chinês. Considerando que a maioria de dragões na mitologia europeia são relacionados geralmente aos elementos do fogo e da destruição, os dragões na mitologia coreana são vistos na maior parte como seres benevolentes associados à água e à agricultura, considerados frequentemente causadores da chuva e das nuvens. Diz-se que muitos dragões coreanos vivem nos rios, nos lagos, nos oceanos ou mesmo em lagoas profundas dentro das montanhas.

Os dragões chineses têm 5 dedos no pé, dragões coreanos possuem 4 dedos no pé e dragões japoneses 3 dedos no pé. Como com dragões chineses, o número nove é significativo com dragões coreanos.

Os textos antigos mencionam às vezes os dragões falantes como sensíveis, capazes de compreender emoções complexas tais como a devoção, a bondade, e a gratidão. Uma lenda coreana particular fala do grande Rei Munmu, que em seu leito de morte desejou se transformar em um "dragão do mar do leste a fim proteger a Coreia."

Diz-se que o dragão coreano tem determinados traços específicos: não têm asas, apesar de voar, por exemplo, além de ter uma barba longa. É de várias maneiras muito similar na aparência aos dragões da mitologia chinesa e japonesa.

Ocasionalmente um dragão é descrito como carregando uma esfera do dragão conhecida como o Yuh-Yi-Joo (여의주) em uma ou várias de suas garras, diz-se que quem quer que absorver o Yuh-Yi-Joo estará abençoado com habilidades o(m)nipotentes e de criação, e que somente os dragões bons (aqueles que tem os polegares para prender as esferas) eram sábios e poderosos o bastante para absorver estas esferas.

Os mitos coreanos dizem para transformar-se num dragão, um Imoogi (veja abaixo) deve sobreviver por mil anos. Então uma pérola caíra do céu. Se o Imoogi a pegasse com a sua boca, se transformaria em um dragão, mas se falhasse, teria de esperar outros mil anos.


Imoogi



Existe uma criatura mitológica coreana conhecida como um Imugi ou Imoogi, criaturas que assemelham-se a dragões, semelhantes a grandes serpentes, que segundo algumas versões seriam consideradas malditas e assim são incapazes de transformarem-se em dragões. Existem outras versões que dizem que um Imugi é um "proto-dragão" que devia sobreviver mil anos a fim de se transformar em um dragão verdadeiro. Em outras versões seriam grandes, benevolentes, criaturas que vivem na água ou nas cavernas, associados com a boa sorte.
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Invocação aos elementais do fogo

Posted by : Daniele Claudino
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Eu vós saúdo, Salamandras (pode substituir a por outra palavra, como kitsune, por exemplo),
Que constituís a representação do elemento Fogo.
Peço que, com vosso trabalho,
Forneçais a mim, poder de resolver tudo,
De acordo com vossa vontade,
Alimentando meu fogo interno,
Aumentando minha chama trina do coração,
E, assim, formar um novo universo.
Mestres do Fogo, eu vós saúdo fraternalmente.
Amém.


Pode fazer esta invocação diante de uma vela branca, vermelha ou laranja antes de qualquer feitiço com os elementais do fogo, ou diariamente, para atrair estes elementais.
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Dragão Chinês

Posted by : Daniele Claudino
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quinta-feira, 8 de maio de 2014



Dragão (long em chinês, yong ou ryong em coreano, e ryu em japonês) segundo a mitologia chinesa, foi um dos quatro animais sagrados convocados por Pan Ku (o deus criador) para participarem na criação do mundo. É enormemente diferente do ocidental, sendo um misto de vários animais místicos: Olhos de tigre, corpo de serpente, patas de águia, chifres de veado, orelhas de boi, bigodes de carpa e etc. Representa a energia do fogo, que destrói mas permite o nascimento do novo. (a transformação). Simboliza a sabedoria e o Império.
É representado de várias formas, a mais comum é o dragão de 4 patas, cada uma com 4 dedos para frente e 1 para trás, o dragão imperial, ou carregando uma pérola numa das patas chamada de Yoku pela antiga lenda chinesa - "dragão das águas marinhas".

A Imagem de um dragão azul preside o leste, o oriente.
O dragão chinês é uma criatura mitológica chinesa que aparece também em outras culturas orientais, e também conhecidos às vezes de dragão oriental. Descrito como longo, uma criatura semelhante a uma serpente de quatro garras, ao contrário do dragão ocidental que é quadrúpede e representado geralmente como mau, o dragão chinês tem sido por muito tempo um símbolo poderoso do poder auspicioso no folclore e na arte chineses. Os dragões chineses controlam a água nas nações de agricultura irrigada. Este é o contraste com o dragão ocidental, que podem cuspir fogo para mostrar o seu poder mítico. O dragão também é a junção do conceito de yang (masculino) e associado com o tempo para trazer chuva e de água em geral. Seu correlativo feminino é Fenghuang.

É um tabu deformar uma representação de um dragão; por exemplo, uma campanha da propaganda da Nike, que caracterizou o jogador de basquetebol americano LeBron James que matava um dragão (além de bater num mestre velho de KungFu), foi imediatamente censurada pelo governo chinês após o protesto público sobre o desrespeito.


REPRESENTAÇÃO DAS CORES:


Azul: Augúrio do Verão

Vermelho e Negro: Dragões destas cores eram bestas ferozes cujas lutas causavam tempestades e outros desastres naturais.

Amarelo: Estes eram os mais afortunados e favoráveis dos dragões. Não podiam ser domados, capturados ou mesmo mortos. Apenas apareciam em tempos apropriados e somente se houvesse uma perfeição à ser encontrada.

Os Dragões chineses podiam tomar a forma humana ou de uma fera se desejassem e tinham uma bizarra coleção de fobias. Temiam o ferro, mas para criaturas que eram vistas como mestres de tais elementos e quase divinos, também temiam outras estranhas coisas como centopeias ou fios de seda tingidos em cinco cores. O Japão também tinha seus dragões. Chamados de Tatsu, eles eram bastante relacionados com os Dragões Chineses. Assim como eles, também tinham diferentes sub-tipos, entretanto geralmente tinham somente três garras e eram mais parecidos com lagartixas."


OS DRAGÕES COMO REGENTES DO TEMPO E DA ÁGUA:



Os dragões chineses são fortemente associados com água na opinião popular. Acreditam serem regentes das águas, tais como cachoeiras, rios, ou mares, e também como do espaço, Rayquaza. Podem aparecer enquanto a água jorra (tornado ou furação d'água). Esta habilidade como regente da água e do tempo, o dragão é mais semelhante ao homem na forma, descrito frequentemente como humanóide, vestido em traje de rei, mas com uma cabeça do dragão que usa ornato da realeza na cabeça.

Há quatro principais reis dragões, representando cada um dos quatro mares: o mar do leste (que correspondem ao mar de China do leste), o mar sul (que correspondem ao mar de China sul), o mar ocidental (visto às vezes como o Oceano Índico e além), e o mar norte (visto às vezes como o lago Baikal).

Por causa desta associação, são vistos como "em cargo" de fenômeno aquáticos relacionas ao tempo. Em épocas remotas, muitas vilas chinesas (especialmente aquelas perto dos rios e dos mares) tiveram os templos dedicados a seu "rei dragão" local. Nas épocas de seca ou de enchentes, era comum que o nobres e oficiais locais do governo conduzissem à comunidade oferecendo em sacrifícios e em conduzissem outros ritos religiosos satisfazendo o dragão, para pedir chuva ou uma cessação dela.


GARRAS DO DRAGÃO:



Nota-se às vezes que os dragões chineses têm cinco dedos em cada pé, dragões coreanos tem quatro, quando os dragões japoneses tem três. Para explicar este fenômeno, a lenda chinesa indica que todos os dragões imperiais se originaram na China, e, além disso, longe da China um dragão foi poucos dedos do pé que teve. Os dragões existem somente na China, na Coréia, e no Japão porque se viajarem além não teriam nenhum dedo do pé para continuar. A lenda japonesa tem uma história similar à chinesa. Quanto mais viajaram mais os dedos do pé cresceram e em consequência, se fossem muito longe teriam muitos dedos do pé
Entretanto, os registros históricos mostram que os dragões chineses comuns tiveram quatro dedos do pé, mas o dragão imperial teve cinco (como nos cinco elementos da filosofia chinesa). o dragão de Quatro garras era reservado para príncipes e determinados oficiais de maior patente. O dragão com três garras foi usado pelo público geral (visto extensamente em vários bens chineses no Dinastia Ming). De fato, era uma ofensa grave para qualquer um - exceto o próprio imperador - usar o tema do dragão com cinco garras. O uso impróprio do número de garras foi considerado traição, punível pela execução da tribo inteira do ofensor. Desde que a maioria das nações orientais e em um ou outro ponto foram considerados tributários chineses, foram permitidos somente dragões de quatro garras.
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O dragão de Wawel

Posted by : Daniele Claudino
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quarta-feira, 7 de maio de 2014


O Dragão de Wawel (Smok Wawelski, em polonês) é uma das mais antigas e conhecidas lendas da Polônia.

Diz a lenda que após um longo período de prosperidade, a desgraça chega ao país do príncipe Krak (origem do nome da cidade "Cracóvia"). Os pastores começaram a dar falta de alguns de seus animais e depois desapareciam também moradores sem razão aparente. Isto tudo fica muito tempo inexplicável até o dia em que um jovem, indo pegar ervas na beira do Rio Vístula se aproxima do sopé da colina Wawel. Lá, ele vê ossos na beira do rio e um pouco mais longe, no rochedo da colina, ele percebe uma gruta e ao lado dela um dragão enorme e pavoroso que repousava tranquilamente ao sol. Seu corpo era coberto de escamas verde-amarelas reluzentes e com patas imensas como troncos.
A novidade se espalha entre os habitantes. Então o príncipe Krak faz vir o garoto ao castelo contar sua aventura. Em seguida, ele reúne seus conselheiros e cavaleiros mais valentes para debater o problema e achar uma solução.Todas as tentativas de matar o monstro são em vão, muitos cavaleiros não voltariam. Quando todos perderam a esperança de rever os bravos cavaleiros, o príncipe Krak promete: Aquele que libertar a vila do dragão, cavaleiro ou não, terá a mão da princesa Wanda e metade do reino. Logo, vários príncipes e cavaleiros chegam ao castelo de Krak mas ninguém consegue vencer a besta. Então o príncipe decide enfrentar o monstro; mas os preparativos do combate foram interrompidos por um pobre sapateiro chamado Skuba, de rosto doce e cabelos loiros, que diz ter encontrado um meio de liquidar o dragão.

O jovem pede ao príncipe um carneiro bem gordo. Ele mata o animal e o abre para enche-lo com uma mistura de enxofre e alcatrão. À noite, durante o sono do dragão, ele deixa o falso carneiro na entrada da gruta. De manhã, uma violenta explosão acorda todos os habitantes da vila. Depois de ter engolido o carneiro o monstro teve uma sede terrível, desceu ao rio e bebeu tanta água que sua barriga explodiu e os pedaços do seu corpo cobriram toda a região. E assim o reino de Krak foi libertado do perigo e o aprendiz de sapateiro, naturalmente, casou com a bela princesinha Wanda e foram felizes para todo o sempre.

A gruta onde morava a besta foi nomeada Gruta do Dragão e existe até hoje, sendo um local turístico, em Cracóvia na Polônia. Há uma estátua do dragão logo na saída da caverna, e solta fogo pela boca de 5 em 5 minutos.
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Dragões

Posted by : Daniele Claudino
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 Desde pequena, sempre fui fascinada pelos dragões. Mesmo, morrendo de medo deles. Para mim, eles sempre representaram a força e a sabedoria. Mas estes seres seriam assim mesmo?
No Brasil, há poucas informações a respeito destes e de outros seres do Fogo. Por isso, meu maior desafio vai ser rechear este blog com o máximo possível de conteúdo que eu conseguir. Quando comecei com A Dança Das Fadas, não acreditava que, algum dia, reuniria tanta informação, mas eu consegui. E isso me motiva a seguir em frente com meu plano de tornar este, um blog rico em conteúdo sobre os Elementais Do Fogo.
    Dependendo do País e da cultura do mesmo, os dragões podem ser considerados tanto bons quanto maus. Por exemplo, no Médio Oriente os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que atemorizava os homens, roubava seu gado e destruía florestas (e que provavelmente foi uma alegoria mística da opressão que a Babilônia exerceu sobre a Pérsia na antiguidade clássica). Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a ideia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas.
Na antiga Mesopotâmia também havia essa associação de dragões com o mal e o caos. Os dragões dos mitos sumérios, por exemplo, frequentemente cometiam grandes crimes, e por isso acabavam punidos pelos deuses — como Zu, um deus-dragão sumeriano das tempestades, que em certa ocasião teria roubado as pedras onde estavam escritas as leis do universo, e por tal crime acabou sendo morto pelo deus-sol Ninurta. E no Enuma Elish, épico babilônico que conta a criação do mundo, também há uma forte presença de dragões, sobretudo na figura de Tiamat. No mito, a dracena (ou dragã-fêmea) Tiamat, apontada por diversos autores como uma personificação do oceano, e seu consorte mitológico Apsu, considerado como uma personificação das águas doces sob a terra, unem-se e dão à luz os diversos deuses mesopotâmicos. Apsu, no entanto, não conseguia descansar na presença de seus rebentos, e decide destruí-los, mas é morto por Ea, um de seus filhos. Para vingar-se, Tiamat cria um exército de monstros, dentre os quais 11 que são considerados dragões, e prepara um ataque contra os jovens deuses. Liderados pelo mais jovem entre eles, Marduk, que mais tarde se tornaria o principal deus do panteão babilônico, os deuses vencem a batalha e se consolidam como senhores do universo. Do corpo morto de Tiamat são criados o céu e a terra, enquanto do sangue do principal general do seu exército, Kingu, é criada a humanidade. O Dragão de Mushussu é subjugado por Marduk, se tornando seu guardião e símbolo de poder.

Na China, a presença de dragões na cultura é anterior mesmo à linguagem escrita e persiste até os dias de hoje, quando o dragão é considerado um símbolo nacional chinês. Na cultura chinesa antiga, os dragões possuíam um importante papel na previsão climática, pois eram considerados como os responsáveis pelas chuvas. Assim, era comum associar os dragões com a água e com a fertilidade nos campos, criando uma imagem bastante positiva para eles, mesmo que ainda fossem capazes de causar muita destruição quando enfurecidos, criando grandes tempestades. As formas quiméricas do dragão Lung chinês, que misturam partes de diversos animais, também influenciaram diversos outros dragões orientais, como o Tatsu japonês.
 Nos mitos do extremo oriente os dragões geralmente desempenham funções superiores a de meros animais mágicos, muitas vezes ocupando a posição de deuses. Na mitologia chinesa os dragões chamam-se long e dividem-se em quatro tipos: celestiais, espíritos da terra, os guardiões de tesouros e os dragões imperiais. O dragão Yuan-shi tian-zong ocupa uma das mais altas posições na hierarquia divina do taoísmo. Ele teria surgido no princípio do universo e criado o céu e a terra.

Nas lendas japonesas os dragões desempenham papel divino semelhante. O dragão Ryujin, por exemplo, era considerado o deus dos mares e controlava pessoalmente o movimento das marés através de joias mágicas.

Ainda havia os dragões do vulcão e dos maremotos, pois o Japão havia muito dessas catástrofes, e para explicá-las, criavam seres mágicos. Porém ainda havia os dragões dos cristais, que eram guardiões da riqueza, da pureza, virgindade e dos encantamentos, que protegiam a humanidade contra os dragões do Caos, e seu chefe, o dragão do diamante, era eterno rival do dragão do Apocalipse, que em egípcio, se chamava Apófis, a serpente gigante que era o próprio Caos.Esse dragão queria destruir a humanidade, pois sua cauda foi presa a uma estaca que representava a criação e a Ordem, e a destruindo, poderia nadar pelo mar de caos eternamente. O dragão mais poderoso era o dragão real, que mandava em todos os outros, menos o dragão universal, que fazia com que o Universo nunca parasse.

 Dragões, segundo a Bíblia

Os dragões segundo a cultura cristã, são aqueles que mais influenciaram a nossa visão contemporânea dos dragões.
Muito da visão dos cristãos a respeito de dragões é herdado das culturas do médio oriente e do ocidente antigo, como uma relação bastante forte entre os conceitos de dragão e serpente (muitos dragões da cultura cristã são vistos como simples serpentes aladas, às vezes também com patas), e a associação dos mesmos com o mal e o caos.
 O caso do mais célebre dragão cristão é aquele que foi morto por São Jorge, que se banqueteava com jovens virgens até ser derrotado pelo cavaleiro. Esta história também acabou dando origem a outro clássico tema de histórias de fantasia: o nobre cavaleiro que enfrenta um vil dragão para salvar uma princesa.


Dragões nas lendas Européias

No ocidente, em geral, predomina a ideia de dragão como um ser maligno e caótico, mesmo que não seja necessariamente esta a situação de todos eles. Nos mitos europeus a figura do dragão aparece constantemente, mas na maior parte das vezes é descrito como mera besta irracional, em detrimento do papel divino/demoníaco que recebia no oriente.

A visão negativa de dragões é bem representada na lenda nórdica ou germânica de Siegfried e Fafnir, em que o anão Fafnir acaba se transformando em um dragão justamente por sua ganância e cobiça durante sua batalha final contra o herói Siegfried. Nesta mesma lenda também pode ser visto um traço comum em histórias fantásticas de dragões, as propriedades mágicas de partes do seu corpo: na história, após matar Fafnir, Siegfried assou e ingeriu um pouco do seu coração, e assim ganhou a habilidade de se comunicar com animais.

 Serpentes marinhas como Jormungand, da mitologia nórdica, era o pesadelo do Vikings; por outro lado, a proa de seus navios eram entalhadas com um dragão para espantá-lo.

Na mitologia grega, também é comum ver os dragões como adversários mitológicos de grandes heróis, como Hércules ou Perseu. De acordo com uma lenda da mitologia grega, o herói Cadmo mata um dragão que havia devorado seus liderados. Em seguida, a deusa Atena apareceu no local e aconselhou Cadmo a extrair e enterrar os dentes do dragão. Os dentes "semeados" deram origem a gigantes, que ajudaram Cadmo a fundar a cidade de Tebas.

Sláine, Cuchulainn e diversos outros heróis celtas enfrentaram dragões nos relatos dos seus povos.

A lenda polonesa do dragão de Wawel conta como um terrível dragão foi morto perto da actual cidade de Cracóvia.

Durante a idade média as histórias sobre batalhas contra dragões eram numerosas. A existência dessas criaturas era tida como inquestionável, e seu aspecto e hábitos eram descritos em detalhes nos bestiários da Igreja Católica. Segundo os relatos tradicionais, São Jorge teria matado um dragão.

Muitos povos celtas, por exemplo, possuíam imagens dragões em seus brasões familiares, e há também muitas imagens de dragões como estandartes de guerra desses povos.




No ano de 2006, o Discovery Channel exibiu um documentário fictício dissertando sobre como seria se os dragões realmente existissem. Seriam a evolução de certos répteis. O fogo poderia ser expelido pela boca pois havia gás metano junto de demais gases dentro do estômago, assim como nós mesmos temos.

Dragões aparecem em várias histórias do gênero fantasia, desde O Hobbit de J.R.R. Tolkien com o dragão Smaug, passando por Conan de Robert E. Howard e chegando a filmes modernos como Reino de Fogo, que descreve um futuro apocalíptico, no qual a humanidade foi massacrada pelos répteis. O dragão considerado clássico foi imortalizado principalmente pela figura de Smaug, em O Hobbit, livro de J. R. R. Tolkien. Seguindo o conceito da cultura cristã ocidental, Smaug era um dragão terrível e destruidor, que reunia grandes tesouros em seu covil na Montanha Solitária. Por ter sido este o romance que praticamente iniciou toda a tradição de literatura fantástica contemporânea, Smaug acabou se tornando o estereótipo do dragão fantástico atual.


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quinta-feira, 27 de março de 2014

    Como se fosse uma criança de cinco anos e com a ponta dos dedos luminosos, assim se apresentam as fadinhas conhecidas como "dedos de luz". Dizem que são muito travessas e brincalhonas e que roubam os objetos entre risos. ...As atrai tudo o que reflete muita luz, como o ouro e os brilhantes. São muito rápidas, não há quem as veja quando estão roubando. Elas se desculpam de sua má fama dizendo que só tomam "emprestado", entretanto é bem conhecida a pouca memória dessas fadas, pois quando deveriam devolver o que tomaram "emprestado" é pouco provável que se lembrem onde guardaram o objeto.

São muito caprichosas e fazem o que podem para alcançar seus propósitos. Quando não conseguem ficam muito nervosas e seus dedos desprendem muitíssima luminosidade. Os homens conseguem vê-las quando estão nesse estado, por causa da luz que emitem. Alguns foram até queimados e inclusive atiram longe o objeto que elas desejam.

Muito poucas pessoas tem conseguido ter afinidade com os seres feéricos do fogo, porém dizem que quem conseguiu contatá-las obteve um grande poder. Sua amizade é poderosa e sua fidelidade inquebrável. Sua magia é uma das mais elevadas da natureza. O contato com as fadas do fogo nos concede força, valentia, coragem e paixão pela vida. Os seres do fogo são vigorosos e entusiastas; representam o instinto e a aventura que em parte significa a vida.


ROSANE VOLPATTO
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Sobre o My Kitsune

Posted by : Daniele Claudino
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  Seja bem vinda (o) ao My Kitsune!
Quem me conhece, sabe que eu amo elementais e que tenho blogs dedicados a eles, separados por elementos; o meu blog dedicado às fadas e aos elementais do ar, é http://adancadasfadas.blogspot.com.br,
o dedicado aos elfos, gnomos e duendes (elementais da Terra) é o http://gnomoslevadosduendestravessos.blogspot.com.br,
e o das ninfas e sereias (elementais da água) é o http://baledasninfas.blogspot.com.br.
       E o recém criado, My Kitsune, é dedicado aos elementais do fogo (kitsunes, salamandras, dragões, fadas do fogo, etc). Eu queria ter criado este blog há tempos, mas não o fiz por falta de conteúdo. De todos os elementais, os do Fogo são os menos populares. Ainda há muita pouca coisa publicada sobre eles. Mas, vou fazer até o impossível para trazer novos posts frequentemente. No momento, estou trazendo para cá, alguns posts que eu já tinha em outros blogs meus. Mas, pretendo trazer conteúdo novo logo logo. Para quem ainda não conhece meus outros blogs, tudo isso vai ser uma novidade. Mas, para quem já conhece, eu prometo que vou surpreendê-los, muito em breve. Aguardem!


   Eu espero contar com a ajuda de vocês para elaborar novos posts. Quem tiver sugestões sobre novos posts (feitiços, criaturas, etc.) pode me enviar uma mensagem. Qualquer informação que vocês tiverem sobre Elementais do Fogo pode ser útil. Eu entendo muito de fadas, ninfas e elfos. Mas não sei muito sobre elementais do fogo. Estou começando a trabalhar com eles, agora. Então, este não é um assunto o qual eu domine bem.

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Kitsune, a raposa de nove caudas

Posted by : Daniele Claudino
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Kitsune é um elemental do Ar e do Fogo. Uma raposa de nove caudas que assume a forma humana. Seres inteligentes e com capacidades mágicas que aumentam com a sua idade e sabedoria. Entre estes poderes mágicos, tem a habilidade de assumir a forma humana — normalmente aparecem na forma de uma mulher bonita, uma jovem ou uma velha. Enquanto algumas histórias falam que as kitsunes usam essa habilidade apenas para enganar as pessoas — como muitas vezes fazem em folclores — outras histórias as retratam como guardiãs fiéis, amigas, amantes e esposas. Além da habilidade de assumir a forma humana, elas possuem os poderes de possessão, conseguem gerar fogo das suas caudas e da sua boca (e é agora que você diz "caraca véi"), o poder de aparecer nos sonhos e o de criar ilusões.
     Raposas e seres humanos tem vivido próximos desde o Japão antigo; esta convivência deu origem a lendas sobre essas criaturas. Kitsunes são associadas com a figura do Deus Xintoísta, Inari — Deus do arroz, da fertilidade, da agricultura, das raposas e da industria — , servindo como suas mensageiras. Esta função reforçou o significado sobrenatural da raposa. A qualidade física mais notável da Kitsune são suas caudas, podendo chegar em nove. Quanto mais caudas uma kitsune tiver mais velha, sábia e poderosa ela é. Histórias dizem que leva 100 anos para uma cauda aparecer. Devido a seu poder e influência, pessoas fazem oferendas para elas como se fossem divindades.

 Muito dos mitos de raposas do Japão podem ser vistos no folclore da China, Coréia ou Índia. Esses mitos populares contam histórias de raposas que podem ter até nove caudas. Várias dessas histórias foram gravadas no Konjaku Monogatari, uma coleção do século XI de narrativas Chinesas, Indianas e Japonesas.
      Há um debate sobre a origem dos mitos das Kitsunes, não sabem se foi inteiramente de fontes estrangeiras ou parte do folclore japonês, que datam a partir do quinto século d.C. O folclorista japonês Kiyoshi Nozaki argumenta que os japoneses vêem positivamente as kitsunes desde o quarto século d.C.; as únicas coisas importadas da China ou da Coréia eram os atributos negativos em relação a elas. Ele afirma que, de acordo com um livro de registros do século XVI, chamado Nihon Ryakki, as raposas e o ser humano viveram muito próximos no Japão antigo, e afirma que as lendas indígenas sobre as criaturas se formaram em conseqüência desse convívio. A erudita Karen Smyers aponta que a idéia da raposa como sedutora e a conexão dos mitos de raposas ao Budismo foram introduzidas no folclore japonês com as histórias chinesas similares, mas diz que algumas histórias de kitsunes contêm elementos únicos do Japão.
Acredita-se que as Kitsunes possuem uma inteligência superior, vida longa e poderes mágicos. Elas são um tipo de yōkai, ou de entidade espiritual, a palavra kitsune é muitas vezes traduzida como espírito da raposa. No entanto, isso não significa que elas são fantasmas, ou que sejam diferentes de raposas normais. Porque a palavra espírito é usada para refletir um estado de conhecimento ou Iluminismo.
     Existem duas classificações comuns de kitsune. A zenko, que são raposas benevolentes, celestiais associadas ao Deus Inari; elas são chamadas às vezes simplesmente de raposas de Inari. Por outro lado, as yako tendem a ser mais maliciosas. Tradições locais costumam adicionar mais tipos. Por exemplo, ninko é um espírito de raposa invisível que seres humanos só podem perceber-los quando são possuídos. Outra classificação tradicional é definir a kitsune em uma dos treze tipos existentes, pelas habilidades sobrenaturais que a kitsune possui. Fisicamente, kitsune são lembradas por ter nove caudas. Em geral, um maior número de caudas indica uma raposa mais velha e mais poderosa; nos folclores dizem que uma cauda crescerá após que a raposa viver 100 anos. Um, cinco, sete e nove caudas são os números mais comuns nas histórias. Quando uma kitsune recebe sua nona cauda, sua pele torna-se prateada ou dourada. Estas Kyūbi ou Kitsune (raposas de nove caudas) ganham a capacidade de ver e ouvir qualquer coisa em qualquer lugar no mundo também adquirem sabedoria infinita (Onisciência).
A kitsune é, sem duvida, um dos youkais mais poderosos da Mitologia Japonesa. Uma das suas habilidades mais comuns é a de mudar de forma. Geralmente a de uma jovem e bela mulher (independentemente do género a da idade atual da raposa), mas há histórias e relatos de kitsunes assumindo outras formas, como um velho, uma criança, ou formas ainda mais fantásticas, como uma árvore de altura incrível ou uma segunda lua no céu.
Outras habilidades sobrenaturais comumente atribuída ao kitsune incluem bocas ou caudas que gerem fogo ou relâmpago (conhecido como kitsune-bi, literalmente, a cauda da raposa), a manifestação voluntária nos sonhos dos outros, vôo, invisibilidade, e a criação de ilusões tão complicado que é quase indistinguível da realidade (ha, vocês já eram elfinhos biembers!). Alguns contos falam de kitsune com poderes ainda maiores, capazes de manipular o tempo e o espaço, e levar pessoas à loucura. Outras têm características que lembram vampiros ou súcubos e se alimentam da vida ou o espírito dos seres humanos, geralmente através do contato sexual (zoofilia? eu dispenso, valeu?) Pessoas que são filhos(as) de kitsunes (geralmente porque o pai delas acaba se casando com uma kitsune em forma humana sem querer) não vão ser necessariamente raposas, mas podem herdar os poderes sobrenaturais destas. Apesar destes poderes, kitsunes tem uma fraqueza em particular: assim como os gatos, as kitsunes tem um medo patológico de cães, e uma vez que eles aparecem, as kitsunes saem correndo. Por conta disso, eu vou ter de invocá-las através de hipnose (sonhos). Cães são mesmo um problema (e a deusa Hécate que me perdoe!).

Tipos de Kitsune:



Bakemono-Kitsune: É uma Kitsune má e espectral (como um fantasma), muito parecido com Reiko, Kiko e Koryo;
Genko: Kitsune preta, normalmente é visto como um bom presságio;
Kiko: Espírito de uma Kitsune;
Kitsune: Termo geral para a palavra "Raposa", Kitsunes podem ser retratadas tanto como Boas ou Más;
Kitsune-Bi: Kitsunes com o poder de invocar chamas com a boca e com sua cauda;
Koryo: Kitsune Amaldiçoada;
Kuko: Kitsune do elemento Ar. Kukos são Kitsunes muito más, consideradas do mesmo nível do Tengu (Goblin Japonês);
Kyuubi no Kitsune: São as Kitsunes que alcançaram os 900 anos e tem 9 Caudas, elas ganham a habilidade de poder ver e ouvir tudo em qualquer lugar no mundo, também adquirem sabedoria infinita (Onisciência);
Nogitsune: Kitsunes Selvagens, normalmente é usada para diferenciar entre as Boas e Más Kitsunes. Assim eles usam o termo "Kitsune", para as Boas Kitsunes, aquelas que seguem e     são mensageiras do Deus Inari e "Nogitsune" para todas aquelas que enganam pessoas e não seguem o Deus Inari, e são consideradas más. As Nogitsunes não são realmente más, apenas gostam de enganar as pessoas;
    Reiko: Fantasma de uma Kitsune. Não é uma Kitsune Má, mas definitivamente é perversa;
    Shakko: Kitsune vermelha, podem ser consideradas tanto como Boas ou Más (Igual as "Kitsunes")
    Shouzaa: Espírito Seiryu, supervisor das raposas;
    Tenko: Kitsune celestial elite das kitsunes, são aquelas que alcançaram os 1.000 anos de idade(normalmente nessa idade as Kitsunes já possuem 9 caudas e sua pelagem muda de cor para Prata ou Dourada), mas são consideradas tão más como a Tamamo-no-Mae ou benevolentes e sábias como as mensageiras do Deus Inari;
    Yako/Yakan: Termo geral para a palavra "Raposa" (Igual a "Kitsune").



Me lembrei de uma história sobre uma kitsune que ouvi de uma professora quando eu estava na sexta série.
   Um homem, viúvo que morava sozinho com seu bebê, conheceu uma kitsune e tornou-se muito amigo dela. Embora todos do vilarejo condenassem essa amizade, dizendo que as raposas (kitsunes) eram traiçoeiras. Um dia, esse homem precisou sair de casa para resolver um problema e não encontrou ninguém que pudesse cuidar de seu filhinho enquanto estivesse fora. Não lhe restou outra alternativa, senão deixar o seu filho sobre os cuidados da kitsune.
    A kitsune descansava tranquilamente na sala quando ouviu o bebê chorar e foi depressa ao quarto do bebê, ver o que estava acontecendo. Chegando lá, ela viu uma cobra próxima ao berço do bebê e sem pensar duas vezes, matou a cobra.
    Quando o homem voltou para casa, encontrou a raposa com a boca toda suja de sangue. Pensando o pior dela, ele a matou.  Então ouviu o seu filho chorando e foi correndo até o quarto. Chegando lá, ele encontrou seu filho no berço e a cobra que a raposa tinham matado para proteger a criança. Cheio de remorso, o homem percebeu o erro que tinha cometido.
   Eu sempre choro quando me lembro dessa história. Coitada da raposa! O homem não confiou nela. O idiota deveria entrado dentro de casa para ver se ela tinha ou não devorado o seu filho. Eu sei que deve ter sido assustador chegar em casa e ver a raposa com a boca cheia de sangue. Mas ele deveria ter confirmado sua suspeita antes de qualquer coisa.

     
   Se você gostou delas e não tem nenhum cachorro na sua casa (que inveja!) não tenha medo de invocá-las (as do bem, claro!). Já imaginou ter uma kitsune como guardiã? Seria d-e-m-a-i-s!!!
   
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Bakeneko

Posted by : Daniele Claudino
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quarta-feira, 26 de março de 2014


Um Bakeneko  é,no folclore japonês,um gato com habilidades sobrenaturais,semelhante á um kitsune ou um tanuki.
Há várias formas de um gato doméstico se tornar um Bakeneko:

    Atingindo uma certa idade;
    Sendo mantindo preso por um certo número de anos;
    Crescendo até um certo tamanho;
    Tendo uma cauda muito grande.


No último caso, a cauda se divide em duas e o Bakeneko é então chamado de nekomata ("Gato dividido") e tendo os seus poderes incrivelmente ampliados. Essa superstição pode ter algum relacionamento com o cruzamento de Bobtail Japonês, pois se diz que a maneira mais fácil de evitar que um gato se transforme em um nekomata é cortando o seu rabo antes que seja tarde demais.

     Um Bakeneko vai assombrar qualquer casa na qual ele for mantido, e sendo um Youkai, ele demonstra varios poderes mágicos criando bolas de fogo fantasmagóricas, causando pesadelos, andando sobre duas pernas, e mudando sua forma na de um humano, e até devorando seu próprio dono para tomar seu lugar, embora eles tambem sejam capazes de assumir outras formas como uma segunda lua no céu. Ele também representa um perigo se entrar em uma sala onde haja um cadáver, pois acredita-se que ele reanimar o corpo se pular sobre este, e há mitos que fale de bakenekos capazes de conjurar tempestades. Quando finalmente morto, seu corpo pode ter até 1,50 metros de comprimento.

   Apesar dessa conotação negativa, nem todos os mitos sobre bakenekos os retratam como maus. De fato, existem historias de Bakenekos fiéis aos seus donos, como o gato de um sacerdote budista que o ajudou a salvar seu templo da falência, ou o gato de uma geisha que a salvou de uma cobra venenosa. No entanto, apesar dessas qualidades positivas, a natureza animal e sobrenatural fazem do bakeneko um ser perigoso e vingativo mesmo em suas versões mais benevolentes. Um exemplo disso é o mito de um velho casal sem filhos que trataram seu gato com tanto carinho e respeito que este se transformou em uma jovem mulher que trouxe muitas riquezas com ela e viveu com eles como uma filha adotiva. Porém, um dos seus namorados descobre a verdadeira natureza da bakeneko e, apesar dela implorar para ele guardar o segredo, ele não conseque se segurar e fala a verdade para um pescador em um pier. Sabendo de sua traição, ela apareceu junto com um trovoada e, na forma de um gato gigante, rasgou seu namorado em tiras.

    Um Bakeneko é semelhante a um gato comum, no entanto,ele tem alguns poderes, como conseguir andar normalmente sobre duas patas,falar a língua humana,se transformar em um ser humano,além de criar bolas de fogo.
Alguns Bakenekos também podem ter três ou sete caudas.Quando um bakeneko tem duas caudas,ele é chamado de nekomata .Um bakeneko pode ser tão bom quanto mal. Se ele for mal,ele pode até devorar seu dono. Mas geralmente,os bakenekos são bons,e protegem a casa onde vivem. Alguns dizem que bakenekos se transformam em homens e mulheres para se tornarem esposas/maridos de pessoas solitárias,ou crianças, para casais que não podem ter filhos.



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